La mujer golpeada en la Argentina. Derivas entre Estado, sociedad y psicología (1983-1995)

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Fecha
03/2019
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Revista
Estudos e Pesquisas em Psicologia
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1676-3041
eISSN
1808-4281
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En el presente artículo se reconstruye la trama específica en la que surgió la categoría mujer golpeada en la psicología argentina, en una peculiar circulación entre sociedad civil y Estado. Desde el enfoque de la historia crítica de la psicología junto a los aportes de la historia reciente, se analiza el proceso de recepción que se produjo en el escenario local, en el entrecruzamiento de la agenda de los derechos humanos con el ideario feminista. Se analiza cómo la violencia de género fue incluida en la agenda gubernamental, en los espacios de activismo feminista y en la producción teórica de la psicología. Se da cuenta de las solidaridades y diferencias entre estos ámbitos, poniendo en evidencia los entramados representacionales y valorativos implicados en los usos de diferentes categorías.
Neste artigo, reconstruímos a maneira como a categoria mulher maltratada surgiu na psicologia argentina, numa circulação peculiar entre a sociedade civil e o Estado. A partir da abordagem da história crítica da psicologia com as contribuições da história recente, analisamos a recepção no cenário local, na interligação da agenda de direitos humanos com o ideário feminista. Analisamos como a violência de gênero foi incluída na agenda governamental, no ativismo feminista e na produção teórica da psicologia. Incluímos a solidariedade e as diferenças entre essas áreas, levando em conta as representações e valores envolvidos nos usos das diferentes categorias.
Neste artigo, reconstruímos a maneira como a categoria mulher maltratada surgiu na psicologia argentina, numa circulação peculiar entre a sociedade civil e o Estado. A partir da abordagem da história crítica da psicologia com as contribuições da história recente, analisamos a recepção no cenário local, na interligação da agenda de direitos humanos com o ideário feminista. Analisamos como a violência de gênero foi incluída na agenda governamental, no ativismo feminista e na produção teórica da psicologia. Incluímos a solidariedade e as diferenças entre essas áreas, levando em conta as representações e valores envolvidos nos usos das diferentes categorias.
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