“Enganchando los puntos en común”: afectos y regulación del género en programas de inclusión social juvenil en Buenos Aires, Argentina

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Fecha
12/2023
Editorial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Medicina Social. Centro Latinoamericano de Sexualidad Y Derechos Humanos
Revista
Sexualidad, Salud y Sociedad
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Institución organizadora
ISSN
1984-6487
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Idioma
Español
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Resumen
En este artículo exploro la dimensión afectiva implicada en procesos participativos orquestados por programas de inclusión social juvenil destinadas a jóvenes mujeres de sectores populares urbanos en Buenos Aires. A partir del análisis etnográfico repongo cómo aquellos procesos participativos, organizados en torno a repertorios afectivos vinculados principalmente al dolor, el malestar, la indignación y la solidaridad configuran un ejercicio de gobierno del género. Para ello, analizo las propuestas de trabajo institucionales centradas en que las destinatarias construyan “proyectos de vida” autónomos a partir de su participación. También las respuestas de las jóvenes a la producción afectiva orientada a la construcción de un futuro demandada por los programas como clave para su inclusión social.
In this paper I explore the affective dimension involved in the participatory processes orchestrated by youth social inclusion programs aimed at young poor women in urban Buenos Aires. Through an ethnographic analysis, I examine how those processes, organized around affective repertoires linked mainly to emotions like pain, discomfort, indignation, and solidarity, embody an exercise of gender government. For this purpose, on the one side I analyze the institutional proposal aimed at young women building autonomous “life projects” as a result of their participation in the programs. Also, I inquire into the young women’s responses to the affective production that is aimed at building themselves a future, which is regarded as key by the programs in order to reach their social inclusion.
Neste artigo exploro a dimensão afetiva envolvida nos processos participativos orquestrados por programas de inclusão social juvenil dirigidos a mulheres jovens de setores populares urbanos de Buenos Aires. Com base na análise etnográfica, explico como esses processos participativos, organizados em torno de repertórios afetivos ligados principalmente à dor, ao desconforto, à indignação e à solidariedade, configuram um exercício de governo de género. Para isso, analiso as propostas de trabalho institucional focadas na construção de “projetos de vida” autônomos pelos destinatários a partir de sua participação nos programas. Também as respostas das jovens à produção afetiva orientada para a construção de um futuro e exigido pelos programas como chave para a sua inclusão social.
In this paper I explore the affective dimension involved in the participatory processes orchestrated by youth social inclusion programs aimed at young poor women in urban Buenos Aires. Through an ethnographic analysis, I examine how those processes, organized around affective repertoires linked mainly to emotions like pain, discomfort, indignation, and solidarity, embody an exercise of gender government. For this purpose, on the one side I analyze the institutional proposal aimed at young women building autonomous “life projects” as a result of their participation in the programs. Also, I inquire into the young women’s responses to the affective production that is aimed at building themselves a future, which is regarded as key by the programs in order to reach their social inclusion.
Neste artigo exploro a dimensão afetiva envolvida nos processos participativos orquestrados por programas de inclusão social juvenil dirigidos a mulheres jovens de setores populares urbanos de Buenos Aires. Com base na análise etnográfica, explico como esses processos participativos, organizados em torno de repertórios afetivos ligados principalmente à dor, ao desconforto, à indignação e à solidariedade, configuram um exercício de governo de género. Para isso, analiso as propostas de trabalho institucional focadas na construção de “projetos de vida” autônomos pelos destinatários a partir de sua participação nos programas. Também as respostas das jovens à produção afetiva orientada para a construção de um futuro e exigido pelos programas como chave para a sua inclusão social.
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