Restricciones epistémicas en el Derecho del Trabajo: Ensayo crítico

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Fecha
06/2022
Editorial
Universidade do Oeste de Santa Catarina
Revista
Espaço Jurídico Journal of Law
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ISSN
eISSN
2179-7943
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
En el presente texto y en continuidad con reflexiones previas, ensayo las que entiendo como restricciones epistémicas en el derecho del trabajo (DT) en tanto que encuadres de conocimiento que producen desigualdad desde su prefiguración. En primer lugar, repongo un marco conceptual general situado en la clave de los feminismos disidentes destacando los aportes epistémicos medulares a la crítica jurídica. Luego, retomo estos asuntos para pensar el derecho del trabajo a partir del problema de las comprensiones restrictivas que organizo en cuatro encuadres. Uno de ellos conforma el apartado dedicado al trabajo que ensucia frente a la pregunta por cómo queremos trabajar, esto es, vivir también epistémicamente el trabajo.
Partindo de reflexões anteriores, no presente texto desenvolvo um ensaio do que entendo como restrições epistêmicas no direito do trabalho (DT) como “enquadramentos de conhecimento” que produzem desigualdade a partir de sua prefiguração. Em primeiro lugar, reponho um marco conceitual geral localizado na reflexão-chave dos feminismos dissidentes, destacando as principais contribuições epistêmicas à crítica jurídica. Em seguida, retomo essas questões para pensar o direito do trabalho a partir do problema das compreensões restritivas que organizo em quatro “enquadramentos”. Um deles compõe a seção dedicada ao trabalho que suja para responder à questão de como queremos trabalhar, ou seja, viver o trabalho também epistemicamente.
Partindo de reflexões anteriores, no presente texto desenvolvo um ensaio do que entendo como restrições epistêmicas no direito do trabalho (DT) como “enquadramentos de conhecimento” que produzem desigualdade a partir de sua prefiguração. Em primeiro lugar, reponho um marco conceitual geral localizado na reflexão-chave dos feminismos dissidentes, destacando as principais contribuições epistêmicas à crítica jurídica. Em seguida, retomo essas questões para pensar o direito do trabalho a partir do problema das compreensões restritivas que organizo em quatro “enquadramentos”. Um deles compõe a seção dedicada ao trabalho que suja para responder à questão de como queremos trabalhar, ou seja, viver o trabalho também epistemicamente.
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