Recordar lo que fuimos, pensar lo que somos: una aproximación al documental Volver a vernos (Rodríguez Sickert, 2002)

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07/2025
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Pontificia Universidad Católica del Perú. Departamento de Comunicación
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2305-7467
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2413-5437
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Español
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Resumen
Articulando las herramientas teórico-metodológicas de los estudios de memoria y de cine documental, este artículo analiza el largometraje Volver a vernos, de Paula Rodríguez Sickert (2002), a fin de pensar las formas de representación de los encuentros intra- e intergeneracionales en el documental político chileno del siglo XXI. El caso resulta original, pues se desmarca de la tendencia que irá siendo dominante en la década del 2000, centrada en la indagación de la acción represiva-desaparecedora del terrorismo de Estado, a través de relatos en primera persona. Aquí, en cambio, se prioriza el fresco testimonial y la reconstrucción de la experiencia de aquellxs jóvenes que protagonizaron la lucha contra la dictadura en la década de los ochenta —un proceso histórico clave y una generación «intermedia» no del todo recuperados por el audiovisual local—. Nos interesa problematizar el modo en que se ponen en escena sus voces y memorias, observando procedimientos narrativos, iconografías y paisajes sonoros.
From the theoretical-methodological tools of memory studies and documentary film, this article analyzes the film Pinochet’s Children, by Paula Rodríguez Sickert (2002), in order to think about the forms of representation of intra- and intergenerational encounters in the political Chilean documentary of the 21st century. The case is original because it distances itself from the trend that will become dominant in the 2000s, focused on the investigation of the repressive-disappearance action of State terrorism, through first-person accounts. Here, however, priority is given to the testimonial fresco and the reconstruction of the experience of those young people who led the fight against the dictatorship in the 1980s—a key historical process and an “intermediate” generation not fully recovered by local audiovisual media. We are interested in problematizing the way in which their voices and memories are staged, observing narrative procedures, iconography and soundscapes.
Articulando as ferramentas teórico-metodológicas dos estudos da memória e do filme documentário, este artigo analisa o longa-metragem Volver a vernos, de Paula Rodríguez Sickert (2002), a fim de pensar as formas de representação dos encontros intra- e intergeracionais no documentário político chileno do século XXI. O caso é original porque se distancia da tendência que se tornará dominante na década de 2000, focada na investigação da ação repressiva-desaparecimento do terrorismo de Estado, através de relatos em primeira pessoa. Aqui, porém, é dada prioridade ao afresco testemunhal e à reconstrução da experiência dos jovens que lideraram a luta contra a ditadura nos anos 80 — um processo histórico fundamental e uma geração “intermediária” não totalmente recuperada pelos meios audiovisuais locais . Interessa-nos problematizar a forma como são encenadas as suas vozes e memórias, observando procedimentos narrativos, iconográficos e paisagens sonoras.
From the theoretical-methodological tools of memory studies and documentary film, this article analyzes the film Pinochet’s Children, by Paula Rodríguez Sickert (2002), in order to think about the forms of representation of intra- and intergenerational encounters in the political Chilean documentary of the 21st century. The case is original because it distances itself from the trend that will become dominant in the 2000s, focused on the investigation of the repressive-disappearance action of State terrorism, through first-person accounts. Here, however, priority is given to the testimonial fresco and the reconstruction of the experience of those young people who led the fight against the dictatorship in the 1980s—a key historical process and an “intermediate” generation not fully recovered by local audiovisual media. We are interested in problematizing the way in which their voices and memories are staged, observing narrative procedures, iconography and soundscapes.
Articulando as ferramentas teórico-metodológicas dos estudos da memória e do filme documentário, este artigo analisa o longa-metragem Volver a vernos, de Paula Rodríguez Sickert (2002), a fim de pensar as formas de representação dos encontros intra- e intergeracionais no documentário político chileno do século XXI. O caso é original porque se distancia da tendência que se tornará dominante na década de 2000, focada na investigação da ação repressiva-desaparecimento do terrorismo de Estado, através de relatos em primeira pessoa. Aqui, porém, é dada prioridade ao afresco testemunhal e à reconstrução da experiência dos jovens que lideraram a luta contra a ditadura nos anos 80 — um processo histórico fundamental e uma geração “intermediária” não totalmente recuperada pelos meios audiovisuais locais . Interessa-nos problematizar a forma como são encenadas as suas vozes e memórias, observando procedimentos narrativos, iconográficos e paisagens sonoras.
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