El concepto de familia y la formación académica en Trabajo Social

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Fecha
04/2012
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Ciencias Sociales. Carrera de Trabajo Social
Revista
Debate Público
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Institución organizadora
ISSN
1853-6654
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo recoge algunos de los resultados de la investigación “Representaciones del concepto familia en estudiantes de Trabajo Social”, realizada por los autores en el marco del Programa de Incentivos para docentes investigadores en el período 2009-2011. Nuestro punto de partida señala que dichas representaciones conforman un habitus que delinea el modo de interpretar la realidad, lo que hace necesario reconocerlas, reflexionar críticamente en torno a ellas y someterlas a un proceso de transformación, que partiendo del sentido común permita construir conocimiento científico. Ello es aún más necesario si entendemos la centralidad que revisten dichas representaciones sobre las familias a la hora de intervenir profesionalmente junto a ellas. Partimos de conceptualizar las categorías familia, representación social y habitus para luego hacerlas dialogar con los discursos de los/as encuestados/as y entrevistados/as, estudiantes de Trabajo Social que inician, promedian o concluyen su carrera de grado. Sostenemos que la formación académica opera a nivel de la construcción de mediaciones conceptuales de la realidad, re-significando lo aprendido, abandonando patrones uniformes que regulan la categoría familia e interpelando modos de naturalización de los procesos sociales. Esa tarea supone la capacidad para trabajar las prenociones y prejuicios que los/as estudiantes traen al espacio académico a efectos de su posterior problematización.
Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa “Representações do conceito família em estudantes de Trabalho Social”, realizado pelos autores no âmbito do Programa de Incentivos para professores pesquisadores no período 2009-2011. Partimos supondo que essas representações formam um habitus que descreve o modo de interpretar a realidade, tornando-se necessário reconhecer, pensar criticamente sobre elas e submetê-las a um processo de transformação, que do senso comum permita a construção de conhecimento científico. Isto é ainda mais necessário se entendermos a centralidade dessas representações sobre famílias quando trabalhamos profissionalmente com elas. Começamos conceituando a categoria família, representação social e habitus para depois discuti-las com os discursos dos/as consultados/as, estudantes que iniciam, mediam ou concluem a carreira. Defendemos que a formação acadêmica trabalha na construção de mediações conceituais da realidade, resignificando o aprendido, deixando padrões uniformes que regem a categoria família e questionando modos de naturalização dos processos sociais. Esta tarefa envolve a capacidade de trabalhar os preconceitos que os estudantes trazem para o espaço acadêmico para sua posterior problematização.
Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa “Representações do conceito família em estudantes de Trabalho Social”, realizado pelos autores no âmbito do Programa de Incentivos para professores pesquisadores no período 2009-2011. Partimos supondo que essas representações formam um habitus que descreve o modo de interpretar a realidade, tornando-se necessário reconhecer, pensar criticamente sobre elas e submetê-las a um processo de transformação, que do senso comum permita a construção de conhecimento científico. Isto é ainda mais necessário se entendermos a centralidade dessas representações sobre famílias quando trabalhamos profissionalmente com elas. Começamos conceituando a categoria família, representação social e habitus para depois discuti-las com os discursos dos/as consultados/as, estudantes que iniciam, mediam ou concluem a carreira. Defendemos que a formação acadêmica trabalha na construção de mediações conceituais da realidade, resignificando o aprendido, deixando padrões uniformes que regem a categoria família e questionando modos de naturalização dos processos sociais. Esta tarefa envolve a capacidade de trabalhar os preconceitos que os estudantes trazem para o espaço acadêmico para sua posterior problematização.
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