Prácticas y desafíos de la apertura en el co-diseño de artefactos en la agricultura
; Fressoli, Juan Mariano 
Otros responsables
Fecha
02/2025
Editorial
Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación
Revista
Cuadernos del Centro de Estudios de Diseño y Comunicación
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1668-0227
eISSN
1853-3523
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Del software libre a instrumentos científicos, máquinas, herramientas y semillas,la innovación abierta y la co-creación están ganando espacio e interés como formaseficientes de producir conocimiento, artefactos y formas de organización. Las prácticasabiertas no sólo parecen ser más eficaces sino que también promueven el desarrollo derecursos cognitivos y tecnológicos locales.En el campo del diseño, diversos autores muestran creciente interés en las prácticas abiertasy sus beneficios para fomentar la inteligencia colectiva de los usuarios, generar diseñosadecuados a las necesidades locales y democratizar la concepción y producción de artefactos.Como resultado se ha reconocido cada vez más el valor de la apertura, la participacióny los procesos de co-creación en el ámbito del diseño. Sin embargo, es importante destacarque existe una falta de estudios que aborden en profundidad los desafíos asociados al diseñoabierto. Mientras que el ámbito digital ha recibido una mayor atención y exploración,el estudio de casos de objetos tangibles abiertos ha sido menos investigado. En este campo,el concepto de apertura puede comprenderse de maneras disímiles y es objeto de críticasdebido a la imprecisión en su definición. A ello se suma una falta de claridad sobre cuálesson los aspectos que se pueden abrir, en qué circunstancias y con qué resultados.Este artículo estudia el proceso de apertura, participación y co-diseño de artefactos y maquinariasen el ámbito agrícola en Argentina. A partir del estudio de casos, se analizandiferentes elementos de la apertura: desde la organización de la participación de los involucradoshasta aspectos de la propiedad intelectual. Para finalizar, se propone una clasificaciónque ayuda a describir qué se abre y de qué manera, tanto en el proceso como en elproducto del diseño.
From free software to scientific instruments, machines, tools, and seeds, open innovation and co-creation are gaining space and interest as efficient ways to produce knowledge, artifacts, and forms of organization. Open practices not only appear to be more effective but also promote the development of local cognitive and technological resources. In the field of design, various authors show growing interest in open practices and their benefits for fostering collective intelligence among users, generating designs suitable for local needs, and democratizing the conception and production of artifacts. As a result, the value of openness, participation, and co-creation in the field of design has been increasingly recognized. However, it is important to note that there is a lack of studies that delve deeply into the challenges associated with open design. While the digital domain has received more attention and exploration, the study of open tangible objects has been less investigated. In this field, the concept of openness can be understood in various ways and is subject to criticism due to the imprecision in its definition. In addition, there is a lack of clarity on what aspects can be opened, under what circumstances, and with what results. This article studies the process of openness, participation, and co-design of artifacts and machinery in the agricultural sector in Argentina. Through case studies, different elements of openness are analyzed, ranging from organizing the involvement of stakeholders to aspects of intellectual property. Finally, a classification is proposed that helps describe what is opened and in what manner, both in the design process and in the design outcome.
Do software livre a instrumentos científicos, máquinas, ferramentas e sementes, a inovação aberta e a co-criação estão ganhando espaço e interesse como formas eficientes de produzir conhecimento, artefatos e formas de organização. As práticas abertas não apenas parecem ser mais eficazes, mas também promovem o desenvolvimento de recursos cognitivos e tecnológicos locais. No campo do design, diversos autores mostram crescente interesse nas práticas abertas e seus benefícios para fomentar a inteligência coletiva dos usuários, gerar designs adequados às necessidades locais e democratizar a concepção e produção de artefatos. Como resultado, o valor da abertura, participação e co-criação no campo do design tem sido cada vez mais reconhecido. No entanto, é importante destacar que há uma falta de estudos que abordem em profundidade os desafios associados ao design aberto. Enquanto o âmbito digital tem recebido mais atenção e exploração, o estudo de casos de objetos tangíveis abertos tem sido menos investigado. Nesse campo, o conceito de abertura pode ser compreendido de maneiras diversas e é objeto de críticas devido à imprecisão em sua definição. Além disso, falta clareza sobre quais aspectos podem ser abertos, em quais circunstâncias e com quais resultados. Este artigo estuda o processo de abertura, participação e co-design de artefatos e maquinarias no âmbito agrícola na Argentina. A partir do estudo de casos, são analisados diferentes elementos da abertura: desde a organização da participação dos envolvidos até aspectos da propriedade intelectual. Para concluir, é proposta uma classificação que ajuda a descrever o que é aberto e de que maneira, tanto no processo quanto no produto do design.
From free software to scientific instruments, machines, tools, and seeds, open innovation and co-creation are gaining space and interest as efficient ways to produce knowledge, artifacts, and forms of organization. Open practices not only appear to be more effective but also promote the development of local cognitive and technological resources. In the field of design, various authors show growing interest in open practices and their benefits for fostering collective intelligence among users, generating designs suitable for local needs, and democratizing the conception and production of artifacts. As a result, the value of openness, participation, and co-creation in the field of design has been increasingly recognized. However, it is important to note that there is a lack of studies that delve deeply into the challenges associated with open design. While the digital domain has received more attention and exploration, the study of open tangible objects has been less investigated. In this field, the concept of openness can be understood in various ways and is subject to criticism due to the imprecision in its definition. In addition, there is a lack of clarity on what aspects can be opened, under what circumstances, and with what results. This article studies the process of openness, participation, and co-design of artifacts and machinery in the agricultural sector in Argentina. Through case studies, different elements of openness are analyzed, ranging from organizing the involvement of stakeholders to aspects of intellectual property. Finally, a classification is proposed that helps describe what is opened and in what manner, both in the design process and in the design outcome.
Do software livre a instrumentos científicos, máquinas, ferramentas e sementes, a inovação aberta e a co-criação estão ganhando espaço e interesse como formas eficientes de produzir conhecimento, artefatos e formas de organização. As práticas abertas não apenas parecem ser mais eficazes, mas também promovem o desenvolvimento de recursos cognitivos e tecnológicos locais. No campo do design, diversos autores mostram crescente interesse nas práticas abertas e seus benefícios para fomentar a inteligência coletiva dos usuários, gerar designs adequados às necessidades locais e democratizar a concepção e produção de artefatos. Como resultado, o valor da abertura, participação e co-criação no campo do design tem sido cada vez mais reconhecido. No entanto, é importante destacar que há uma falta de estudos que abordem em profundidade os desafios associados ao design aberto. Enquanto o âmbito digital tem recebido mais atenção e exploração, o estudo de casos de objetos tangíveis abertos tem sido menos investigado. Nesse campo, o conceito de abertura pode ser compreendido de maneiras diversas e é objeto de críticas devido à imprecisão em sua definição. Além disso, falta clareza sobre quais aspectos podem ser abertos, em quais circunstâncias e com quais resultados. Este artigo estuda o processo de abertura, participação e co-design de artefatos e maquinarias no âmbito agrícola na Argentina. A partir do estudo de casos, são analisados diferentes elementos da abertura: desde a organização da participação dos envolvidos até aspectos da propriedade intelectual. Para concluir, é proposta uma classificação que ajuda a descrever o que é aberto e de que maneira, tanto no processo quanto no produto do design.
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