Ethnic mirrors: self-representations in the Welsh and Mennonite museums in Argentina and Paraguay

Otros responsables
Fecha
12/2011
Editorial
Universidade de São Paulo
Revista
Anais do Museu Paulista
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0101-4714
eISSN
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Alguns filósofos e acadêmicos assinalam que as identidades étnicas são a melhor alternativa política, social, econômica, ética (e mesmo estética) ao centralismo estatal, que é negligente ao lidar com a diversidade cultural. O comunitarismo étnico é definido como uma forma de organização mais autêntica, humana, democrática e inclusiva. As colônias galesas de Chubut (Argentina) e as colônias rurais dos mennonitas no Chaco (Paraguay) são dois grupos étnicos cujas vidas comunitárias têm sido muito estudadas desde diversas perspectivas, mas o seu ponto de vista acerca da alteridade ou sua relação com os atores extracomunitários nunca foi levado em conta. A historia comunitária é representada nos museus galeses e mennonitas das respectivas regiões e aí são construídas e difundidas não só as autoimagens mas também as representações dos outros. O aspecto relevante dessas histórias não é o que elas dizem, mas o que fazem, a forma como os conteúdos são expressos. Esses museus históricos comunitários falam sobre o passado, mas seu maior impacto recai sobre o presente. Como os museus nacionais ou imperiais, os museus galeses e mennonitas tentam naturalizar pontos de vista particulares, auto-centrados, preconceituosos e evolucionistas que geralmente excluem as perspectivas elaboradas pelas comunidades indígenas vizinhas. Em vez disso, pensamos ser necessário criar relações mais horizontais e democráticas entre as comunidades e difundir representações históricas mais polifônicas e responsáveis.
Alguns filósofos e acadêmicos assinalam que as identidades étnicas são a melhor alternativa política, social, econômica, ética (e mesmo estética) ao centralismo estatal, que é negligente ao lidar com a diversidade cultural. O comunitarismo étnico é definido como uma forma de organização mais autêntica, humana, democrática e inclusiva. As colônias galesas de Chubut (Argentina) e as colônias rurais dos menonitas no Chaco (Paraguay) são dois grupos étnicos cujas vidas comunitárias têm sido muito estudadas desde diversas perspectivas, mas o seu ponto de vista acerca da alteridade ou sua relação com os atores extracomunitários nunca foi levado em conta. A historia comunitária é representada nos museus galeses e menonitas das respectivas regiões e aí são construídas e difundidas não só as autoimagens mas também as representações dos outros. O aspecto relevante dessas histórias não é o que elas dizem, mas o que fazem, a forma como os conteúdos são expressos. Esses museus históricos comunitários falam sobre o passado, mas seu maior impacto recai sobre o presente. Como os museus nacionais ou imperiais, os museus galeses e menonitas tentam naturalizar pontos de vista particulares, auto-centrados, preconceituosos e evolucionistas que geralmente excluem as perspectivas elaboradas pelas comunidades indígenas vizinhas. Em vez disso, pensamos ser necessário criar relações mais horizontais e democráticas entre as comunidades e difundir representações históricas mais polifônicas e responsáveis.
Alguns filósofos e acadêmicos assinalam que as identidades étnicas são a melhor alternativa política, social, econômica, ética (e mesmo estética) ao centralismo estatal, que é negligente ao lidar com a diversidade cultural. O comunitarismo étnico é definido como uma forma de organização mais autêntica, humana, democrática e inclusiva. As colônias galesas de Chubut (Argentina) e as colônias rurais dos menonitas no Chaco (Paraguay) são dois grupos étnicos cujas vidas comunitárias têm sido muito estudadas desde diversas perspectivas, mas o seu ponto de vista acerca da alteridade ou sua relação com os atores extracomunitários nunca foi levado em conta. A historia comunitária é representada nos museus galeses e menonitas das respectivas regiões e aí são construídas e difundidas não só as autoimagens mas também as representações dos outros. O aspecto relevante dessas histórias não é o que elas dizem, mas o que fazem, a forma como os conteúdos são expressos. Esses museus históricos comunitários falam sobre o passado, mas seu maior impacto recai sobre o presente. Como os museus nacionais ou imperiais, os museus galeses e menonitas tentam naturalizar pontos de vista particulares, auto-centrados, preconceituosos e evolucionistas que geralmente excluem as perspectivas elaboradas pelas comunidades indígenas vizinhas. Em vez disso, pensamos ser necessário criar relações mais horizontais e democráticas entre as comunidades e difundir representações históricas mais polifônicas e responsáveis.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc
