Regimes visuais da questão ambiental nos livros didáticos de geografia na Argentina

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Fecha
12/2014
Editorial
Rafael Straforini
Revista
Revista Brasileira de Educação em Geografia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2236-3904
eISSN
ISBN
Idioma
Portugués
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Los manuales de geografía tienen un fuerte contenido visual. Esta constatación no es novedosa en la geografía escolar en Argentina. Tampoco sorprende en una disciplina con una tradición anclada en la visión y preocupada en la instrucción visual. Las imágenes documentan, exponen, dan a ver, seleccionan, ordenan y sistematizan información. Las imágenes también intervienen activamente en nuestras formas de ordenar, entender y posicionarnos en el mundo. Sabemos, no obstante, que las imágenes no son espejos de la realidad: constituyen relatos visuales sobre lo real que nos convocan, seducen, cautivan, emocionan y moldean nuestra mirada. Partiendo del supuesto de que la geografía escolar es un discurso visual del mundo y que participa activamente en la configuración de un sentido común geográfico, proponemos explorar los regímenes visuales que se construyen y exponen en manuales escolares para mirar la relación sociedad-naturaleza desde una perspectiva ambiental. Para ello examinaremos las imágenes que se utilizan en libros escolares para mostrar la relación sociedad-naturaleza. Luego, identificaremos las claves visuales que participan en la construcción de imágenes ambientales. Finalmente, proponemos identificar series de imágenes que operan como regímenes visuales asumiendo que cada selección de imágenes constituye un orden visual que nos autoriza y nos impide mirar determinados aspectos de la relación sociedad-naturaleza.
Os livros didáticos de geografia têm uma forte orientação visual. No caso da geografia escolar não é uma novidade se pensarmos na sua tradição visual e sua orientação á instrução visual. Além do seu valor didático, as imagens que circulam nos livros didáticos documentam, expõem, fazem seleções, ordenam e sistematizam informações. Ainda mais: as imagens presentes nos livros didáticos participam ativamente em nossas maneiras de classificar, entender e nos posicionar no mundo. Sabemos, porém, que as imagens não são espelhos da realidade senão regimes visuais que constroem o nosso olhar. Assumindo que a geografia escolar é um discurso visual do mundo, ativamente envolvido na criação de um sentido geográfico, e passível de ser estudado através dos livros didáticos, propomos analisar os regimes visuais que disponibilizam para olhar a questão ambiental na Argentina. Na primeira parte analisamos a autoria das imagens para pensarmos o status que elas assumem quando são apresentadas nos livros escolares. Logo, identificamos as temáticas que são apresentadas visualmente como problemas ambientais assim como as chaves visuais que aparecem com recorrência e que ativam nossa memória ambiental. Finalmente, propõe-se a identificação de conjuntos de imagens que funcionam como regimes visuais.
Os livros didáticos de geografia têm uma forte orientação visual. No caso da geografia escolar não é uma novidade se pensarmos na sua tradição visual e sua orientação á instrução visual. Além do seu valor didático, as imagens que circulam nos livros didáticos documentam, expõem, fazem seleções, ordenam e sistematizam informações. Ainda mais: as imagens presentes nos livros didáticos participam ativamente em nossas maneiras de classificar, entender e nos posicionar no mundo. Sabemos, porém, que as imagens não são espelhos da realidade senão regimes visuais que constroem o nosso olhar. Assumindo que a geografia escolar é um discurso visual do mundo, ativamente envolvido na criação de um sentido geográfico, e passível de ser estudado através dos livros didáticos, propomos analisar os regimes visuais que disponibilizam para olhar a questão ambiental na Argentina. Na primeira parte analisamos a autoria das imagens para pensarmos o status que elas assumem quando são apresentadas nos livros escolares. Logo, identificamos as temáticas que são apresentadas visualmente como problemas ambientais assim como as chaves visuais que aparecem com recorrência e que ativam nossa memória ambiental. Finalmente, propõe-se a identificação de conjuntos de imagens que funcionam como regimes visuais.
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