Un sindicato que lucha: Narrativas del pasado y construcciones morales entre los activistas del sindicato de las telecomunicaciones de Buenos Aires

Otros responsables
Fecha
07/2017
Editorial
Centro de Estudios e Investigaciones Laborales
Revista
Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2591-2755
eISSN
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En este artículo indago en la construcción de una narrativa compartida de un pasado de lucha por parte de los activistas de FOETRA, el principal sindicato de las telecomunicaciones del Área Metropolitana de Buenos Aires. En primer lugar, analizo la representación compartida de la temporalidad que esa narrativa supone, y los acontecimientos y personajes que condensan simbólicamente la presentación de FOETRA como un sindicato de lucha; además, muestro que, aunque compartida, existen diferencias en cómo esa temporalidad es vivida y reconstruida a partir de posicionamientos políticos y generacionales. En segundo lugar, me focalizo en las prácticas de conmemoración que sostienen esa construcción narrativa como parte de un trabajo pedagógico de formación de los activistas del sindicato, y propongo que el carácter compartido de esa narrativa está ligado a su carácter de construcción moral, ya que a través de la conmemoración se transmiten valores que separan las formas correctas e incorrectas, deseables o indeseables del activismo sindical, en vinculación con tradiciones políticas del sindicalismo argentino. Con base en un trabajo de campo etnográfico, realizado entre 2012 y 2014 con los activistas de una agrupación que forma parte de la conducción del sindicato, pretendo descentrar la investigación antropológica del sindicalismo, de los problemas y categorías normativas propias del activismo sindical, es decir, para volverlas objeto de la propia investigación.
Neste artigo indago na construção de uma narrativa compartilhada de um passado de luta por parte dos ativistas de FOETRA, o principal sindicato das telecomunicações da Área Metropolitana de Buenos Aires. Analiso em primeiro lugar a representação compartilhada da temporalidade que essa narrativa supõe, e os acontecimentos e personagens que condensam simbolicamente a imagem de FOETRA como um sindicato de luta; mostrando que, ainda compartilhada, existem diferenças em como essa temporalidade é vivida e reconstruída, partindo de posicionamentos políticos e geracionais. Em segundo lugar, focalizo nas práticas de comemoração que colocam essa construção narrativa como parte de um trabalho pedagógico de formação dos ativistas do sindicato, e proponho que o caráter compartilhado dessa narrativa está ligado a seu caráter de construção moral, pois é a través da comemoração que se transmitem valores que separam as formas corretas e incorretas, desejáveis ou indesejáveis do ativismo sindical, em vinculação com tradições políticas do sindicalismo argentino. Baseado num trabalho de campo etnográfico realizado entre 2012 e 2014 com os ativistas de uma agrupação que forma parte da condução do sindicato, o objetivo analítico de este artigo é descentrar a pesquisa antropológica do sindicalismo dos problemas e categorias normativas próprias do ativismo sindical, para voltá-las objeto da própria pesquisa.
Neste artigo indago na construção de uma narrativa compartilhada de um passado de luta por parte dos ativistas de FOETRA, o principal sindicato das telecomunicações da Área Metropolitana de Buenos Aires. Analiso em primeiro lugar a representação compartilhada da temporalidade que essa narrativa supõe, e os acontecimentos e personagens que condensam simbolicamente a imagem de FOETRA como um sindicato de luta; mostrando que, ainda compartilhada, existem diferenças em como essa temporalidade é vivida e reconstruída, partindo de posicionamentos políticos e geracionais. Em segundo lugar, focalizo nas práticas de comemoração que colocam essa construção narrativa como parte de um trabalho pedagógico de formação dos ativistas do sindicato, e proponho que o caráter compartilhado dessa narrativa está ligado a seu caráter de construção moral, pois é a través da comemoração que se transmitem valores que separam as formas corretas e incorretas, desejáveis ou indesejáveis do ativismo sindical, em vinculação com tradições políticas do sindicalismo argentino. Baseado num trabalho de campo etnográfico realizado entre 2012 e 2014 com os ativistas de uma agrupação que forma parte da condução do sindicato, o objetivo analítico de este artigo é descentrar a pesquisa antropológica do sindicalismo dos problemas e categorias normativas próprias do ativismo sindical, para voltá-las objeto da própria pesquisa.
Colecciones
Aprobación
Revisión
Complementado por
Referenciado por
Licencia Creative Commons
Excepto donde se indique lo contrario, la licencia de este ítem se describe como by-nc-sa
