Aventura: Um trajeu

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Fecha
01/2025
Editorial
Universidade Federal Santa Catarina. Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos
Revista
Landa
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Institución organizadora
ISSN
2316-5847
eISSN
2316-5847
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Idioma
Portugués
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Resumen
O objetivo deste artigo é contrastar as vertentes da figura (Barthes, 2003) constelar que aqui chamamos aventura. De um lado, encontra-se uma definição de “aventura” que se finca num paradigma da ação, da quête, movimentada por uma busca, pelo desejo de “descoberta”, e geralmente atrelada também à ideia de “trabalho”. Considera-se esta como a tradição moderna da aventura. De outro, tentaremos reconstruir outra matriz do conceito, a partir de uma série “desvairada” que alinhava preguiça, fadiga, ociosidade (Benjamin, 2014), lentidão e, como corolário, conduzir a reflexão para as coincidências entre a aventura e o caminho arquifilológico (o trajeu), ao aproximar-se do Neutro (Barthes), a desativação de paradigmas dicotômicos, oposições (os sistemas, em termos de Barthes), e circunscrever-se (embora não como limite) como bipolaridade (Agamben, 2010) e como celebração – sem sentido nem fim (Hamacher, 2011).
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