Emma Goldman e a experiência das mulheres das classes trabalhadoras no Brasil

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Fecha
09/2011
Editorial
Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas. Pagu. Centro de Estudos de Genero
Revista
Cadernos Pagu
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Institución organizadora
ISSN
0104-8333
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Idioma
Portugués
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Resumen
Neste breve texto, as palavras de Emma Goldman sobre as trabalhadoras que se envolveram com o comércio sexual serão tomadas como um pretexto para uma reflexão sobre algumas questões relativas à pesquisa do tema no campo da história social e, em particular, sobre o lugar que as leis e as fontes judiciais ocuparam na historiografia brasileira sobre prostituição. Como efeito colateral, talvez esta aproximação nos aponte algum caminho para encontrar uma Emma que seja, ao mesmo tempo, um pouco familiar e também um pouco estranha aos nossos olhos feministas posicionados a um século de distância. Para isso, quero retomar algumas redes de interlocução nas quais seu texto pode ser inserido. Depois, passo ao caso brasileiro, para terminar propondo dois exemplos de casos em que a atenção a marcos legais locais e o acesso a fontes judiciais que eles produziram podem revelar alguns sentidos que as histórias de tráfico adquiriram para mulheres que exerceram o comércio sexual no começo do século XX.
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