Phenological patterns of Oreopanax fulvus (Araliaceae) in remnants of Araucaria Rainforest in Paraná, Brazil
; Manzoni Barbosa, Felipe ; Pontes Teixera das Chagas, Kyvia ; Blum, Christopher Thomas Otros responsables
Fecha
12/2021
Editorial
Instituto de Pesquisas Jardim Botanico do Rio de Janeiro
Revista
Rodriguésia
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0370-6583
eISSN
2175-7860
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
Oreopanax fulvus is a species endemic to the Brazilian Atlantic Forest, assessed as rare and vulnerable in the states of Paraná and Rio Grande do Sul, respectively. This adverse situation requires conservation actions that must be supported by the understanding of its autecology. We aimed to identify the phenological patterns of O. fulvus populations from two Araucaria Rainforest remnants in Paraná. Monthly phenology monitoring of 19 trees in each site was performed over 24 months. We quantified the vegetative (i.e., leaf flushing, mature leaves, and leaf-senescence) and reproductive phenophases (i.e., buds production, blooming, immature, and mature fruits). Circular statistics based on activity index were applied to identify the phenophases seasonality. Spearman correlations were performed among phenophases and meteorological parameters. Leaf flushing and mature leaves were recorded in all months, with a decrease of mature leaves during November and December. Leaf-senescence was seasonal, occurring from May to December. The reproductive phenophases were seasonal: blooming from January to May; and fruiting from March to November, with fruits starting to mature in September. Vegetative and reproductive phenophases were highly influenced by average temperature and photoperiod. Although there were dissimilarities in reproductive phenological patterns, the different populations studied had similar phenological performances.
Oreopanax fulvus é uma espécie endêmica da Mata Atlântica brasileira, avaliada como rara e vulnerável nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, respectivamente. Essa situação adversa requer ações de conservação que devem ser apoiadas pelo entendimento de sua autoecologia. O objetivo foi identificar os padrões fenológicos de populações de O. fulvus de dois remanescentes de Floresta com Araucária no Paraná. O monitoramento mensal da fenologia de 19 árvores em cada local foi realizado durante 24 meses. Quantificamos as fenofases vegetativas (brotos, folhas maduras e senescência foliar) e reprodutivas (produção de botões, floração, frutos imaturos e maduros). Estatísticas circulares baseadas no índice de atividade foram aplicadas para identificar a sazonalidade das fenofases. Correlações de Spearman foram realizadas entre fenofases e parâmetros meteorológicos. Brotos e folhas maduras foram registrados em todos os meses, com diminuição das folhas maduras nos meses de novembro e dezembro. A senescência foliar foi sazonal, ocorrendo de maio a dezembro. As fenofases reprodutivas foram sazonais: floração de janeiro a maio; e frutificação de março a novembro, com frutos começando a amadurecer em setembro. As fenofases vegetativas e reprodutivas foram altamente influenciadas pela temperatura média e pelo fotoperíodo. Embora tenha havido diferenças nos padrões fenológicos reprodutivos, as diferentes populações estudadas apresentaram desempenhos fenológicos semelhantes.
Oreopanax fulvus é uma espécie endêmica da Mata Atlântica brasileira, avaliada como rara e vulnerável nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, respectivamente. Essa situação adversa requer ações de conservação que devem ser apoiadas pelo entendimento de sua autoecologia. O objetivo foi identificar os padrões fenológicos de populações de O. fulvus de dois remanescentes de Floresta com Araucária no Paraná. O monitoramento mensal da fenologia de 19 árvores em cada local foi realizado durante 24 meses. Quantificamos as fenofases vegetativas (brotos, folhas maduras e senescência foliar) e reprodutivas (produção de botões, floração, frutos imaturos e maduros). Estatísticas circulares baseadas no índice de atividade foram aplicadas para identificar a sazonalidade das fenofases. Correlações de Spearman foram realizadas entre fenofases e parâmetros meteorológicos. Brotos e folhas maduras foram registrados em todos os meses, com diminuição das folhas maduras nos meses de novembro e dezembro. A senescência foliar foi sazonal, ocorrendo de maio a dezembro. As fenofases reprodutivas foram sazonais: floração de janeiro a maio; e frutificação de março a novembro, com frutos começando a amadurecer em setembro. As fenofases vegetativas e reprodutivas foram altamente influenciadas pela temperatura média e pelo fotoperíodo. Embora tenha havido diferenças nos padrões fenológicos reprodutivos, as diferentes populações estudadas apresentaram desempenhos fenológicos semelhantes.
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