Nuevos desvíos del fantástico argentino: La inscripción ominosa en El montaje obsceno de Claudio Rojo Cesca

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Fecha
12/2020
Editorial
Universidad Nacional de Santiago del Estero. Facultad de Humanidades, Ciencias Sociales y de la Salud
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ISSN
0328-8862
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Español
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Resumen
En un contexto de clara renovación de la temática fantástica dentro de la literatura argentina reciente, me interesa repensar la producción de un autor no capitalino como Claudio Rojo Cesca, quien desde su segundo volumen de relatos -El montaje obsceno (2018)-, propone una mirada personal sobre la recuperación del fantástico en sintonía con tradiciones nacionales -con figuras emblemáticas como Silvina Ocampo y Julio Cortázar- y modalidades discursivas provenientes de la industria cultural -como el cine de temática gore y de terror psicológico. A partir del empleo magistral de procedimientos narrativos (dosificación de la intriga, puntos de vista sesgados, polifonía, elipsis), priorizando la ambientación en el noroeste argentino (en el espacio rural o en la pequeña ciudad de provincia) la narrativa de Rojo Cesca redefine un tratamiento personal del fantástico, donde conviven tanto el terror aggiornado como las paradojas epistemológicas y, con especial énfasis, la intromisión recurrente de lo ominoso.
In the context of a clear renewal of thematic within recent Argentine literature, I am interested in rethinking the production of a non-capital author like Claudio Rojo Cesca, who in his second volume short stories -El montaje obsceno (2018)-, proposes a view on the recovery of the fantastic in tune with national traditions -with emblematic figures such as Silvina Ocampo and Julio Cortázar- and discursive modalities from the cultural industry -such as gore and psychological horror film-. Through the masterful use of narrative procedures (dosing of intrigue, biased points of views, polyphony, ellipsis), prioritising the setting in the Argentinian northwest (in rural space or in the small provincial city); Rojo Cesca’s narrative redefines a personal treatment of the fantasy, where both the modernised terror and epistemological paradoxes coexist, with special emphasis, the recurrent intrusion of the ominous.
Num contexto de clara renovação da temática dentro da literatura argentina recente, estou interessado em repensar a produção de um autor que não mora na cidade capital como Claudio Rojo Cesca quem, a partir do seu segundo volume de contos -El montaje obsceno (2018)-, propõe uma visão pessoal sobre a recuperação do fantástico em sintonia com as tradições nacionais -com figuras emblemáticas como Silvina Ocampo e Julio Cortázar- e modalidades do discurso vindas da indústria cultural -como os filmes gore e de terror psicológico-. Baseado no uso magistral de procedimentos narrativos (dosagem de intrigas, pontos de vista tendenciosos, polifonia, elipse), priorizando o cenário no noroeste argentino (no espaço rural ou na pequena cidade provincial), a narrativa de Rojo Cesca re-define um tratamento pessoal do fantástico, onde coexiste tanto o terror aggiornado quanto os paradoxos epistemológicos e, com especial ênfase, a invasão recorrente do sinistro.
In the context of a clear renewal of thematic within recent Argentine literature, I am interested in rethinking the production of a non-capital author like Claudio Rojo Cesca, who in his second volume short stories -El montaje obsceno (2018)-, proposes a view on the recovery of the fantastic in tune with national traditions -with emblematic figures such as Silvina Ocampo and Julio Cortázar- and discursive modalities from the cultural industry -such as gore and psychological horror film-. Through the masterful use of narrative procedures (dosing of intrigue, biased points of views, polyphony, ellipsis), prioritising the setting in the Argentinian northwest (in rural space or in the small provincial city); Rojo Cesca’s narrative redefines a personal treatment of the fantasy, where both the modernised terror and epistemological paradoxes coexist, with special emphasis, the recurrent intrusion of the ominous.
Num contexto de clara renovação da temática dentro da literatura argentina recente, estou interessado em repensar a produção de um autor que não mora na cidade capital como Claudio Rojo Cesca quem, a partir do seu segundo volume de contos -El montaje obsceno (2018)-, propõe uma visão pessoal sobre a recuperação do fantástico em sintonia com as tradições nacionais -com figuras emblemáticas como Silvina Ocampo e Julio Cortázar- e modalidades do discurso vindas da indústria cultural -como os filmes gore e de terror psicológico-. Baseado no uso magistral de procedimentos narrativos (dosagem de intrigas, pontos de vista tendenciosos, polifonia, elipse), priorizando o cenário no noroeste argentino (no espaço rural ou na pequena cidade provincial), a narrativa de Rojo Cesca re-define um tratamento pessoal do fantástico, onde coexiste tanto o terror aggiornado quanto os paradoxos epistemológicos e, com especial ênfase, a invasão recorrente do sinistro.
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