Más allá de la cronología: temporalidad, rituales funerarios y prácticas sociales en un sitio cementerio del Nordeste de Brasil
; Vaquer, Jose Maria
; Pessis, Ane Marie Otros responsables
Fecha
05/2024
Editorial
Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Antropologia
Revista
Revista de Antropología
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1678-9857
eISSN
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Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
La Arqueología es una ciencia que tiene al tiempo como materia prima, y donde el tiempo es entendido en términos de cronología. Para superar esa visión limitante es necesario que la explicación considere las condiciones históricas específicas bajo las cuales las personas actuaron. La evidencia arqueológica puede indicar la forma en que las prácticas fueron sostenidas en el tiempo, contribuyendo a la reproducción de un sistema social. Uno de los contextos en los que se crea la reproducción social son los rituales funerarios. Aquí discutimos las relaciones entre prácticas sociales y temporalidad a partir de la interpretación del sitio cementerio Toca do Enoque en Piauí, utilizado por grupos cazadores - recolectores en el Holoceno Medio y Tardío. Proponemos que las prácticas rituales que estructuraron las sepulturas tienen como objetivo dar una visión de sincronía de las prácticas sociales, mientras que la cronología siempre implica una visión diacrónica.
A arqueologia é uma ciência que tem o tempo como matéria-prima, e onde o tempo é entendido em termos de cronologia. Para superar esta visão limitante, é necessário que a explicação considere as condições históricas específicas sob as quais as pessoas agiram. Evidências arqueológicas podem indicar a forma como as práticas foram sustentadas ao longo do tempo, contribuindo para a reprodução de um sistema social. Um dos contextos em que se cria a reprodução social são os rituais funerários. Aqui discutimos as relações entre práticas sociais e temporalidade a partir da interpretação do sítio cemitério Toca do Enoque, no Piauí, utilizado por grupos caçadores-coletores no Holoceno Médio e Superior. Propomos que as práticas rituais que estruturaram as sepulturas visam dar uma visão de sincronia das práticas sociais, enquanto a cronologia implica sempre uma visão diacrónica.
A arqueologia é uma ciência que tem o tempo como matéria-prima, e onde o tempo é entendido em termos de cronologia. Para superar esta visão limitante, é necessário que a explicação considere as condições históricas específicas sob as quais as pessoas agiram. Evidências arqueológicas podem indicar a forma como as práticas foram sustentadas ao longo do tempo, contribuindo para a reprodução de um sistema social. Um dos contextos em que se cria a reprodução social são os rituais funerários. Aqui discutimos as relações entre práticas sociais e temporalidade a partir da interpretação do sítio cemitério Toca do Enoque, no Piauí, utilizado por grupos caçadores-coletores no Holoceno Médio e Superior. Propomos que as práticas rituais que estruturaram as sepulturas visam dar uma visão de sincronia das práticas sociais, enquanto a cronologia implica sempre uma visão diacrónica.
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