Las megaempresas en las redes de producción del agronegocio argentino. Un análisis estructural

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Fecha
12/2015
Editorial
Universidade Federal de Juiz de Fora. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Revista
Teoria e Cultura
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ISSN
2318-101X
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Español
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Resumen
Las políticas neoliberales de desregulación económica y liberalización comercial implementadas en la década de 1990 en Argentina produjeron cambios que permitieron la conformación de un nuevo modelo empresarial: el agronegocio. Su expansión en país se basó en gran medida en la organización de redes de producción. Las redes de producción agropecuaria sueden pensarse como espacios económicos donde se intercambian bienes, servicios, información y conocimientos, de los que participan múltiples agentes. Entre ellos, las megaempresas se destacan por su función de coordinación al interior de la red. La preocupación por el lugar que ocupan las megaempresas en esas redes remite entonces a aquella sobre sus relaciones entre los actores del agronegocio. Por ello, en este artículo se recurre al análisis estructural de redes para reconocer lo que se pone en juego en los múltiples intercambios entre estos actores.
The neoliberal policies of economic deregulation and trade liberalization implemented in the 1990s in Argentina produced changes that allowed the formation of a new entrepreneurial model: the agribusiness. The expansion of this mode of production in this country relied heavily on the organization of the production network. Agricultural production networks may be thought as economic spaces where goods, services, information and knowledge are exchanged between multiple actors. Among them, the megaentreprises stand out from the rest because od its coordinating role within the network. Concern about megaentreprises place within these networks refers to their relations with other agribusiness actors. Therefore, in this article the structural analysis of networks is suitable to recognize what is at stake in the multiple exchanges between these players.
As políticas neoliberais de desregulamentação econômica e liberalização comercial implementadas na década de 1990 na Argentina produziram mudanças que permitiram a formação de um novo modelo de empresarial: o agronegócio. A expansão dessa modalidade no país dependia fortemente da organização de redes de produção. As redes de produção agropecuária podem se pensar como espaços econômicos se trocam bens, serviços, informações e conhecimentos, dos quais participam múltiplos. Entre eles, as megaempresas destacam-se pelo papel de coordenação no seio da rede. A preocupação com o lugar das megaempresas nessas redes refere-se às relações com outros atores do agronegócio. Portanto, este artigo recorre à análise estrutural de redes para reconhecer o que está em jogo nas múltiplas trocas entre esses atores.
The neoliberal policies of economic deregulation and trade liberalization implemented in the 1990s in Argentina produced changes that allowed the formation of a new entrepreneurial model: the agribusiness. The expansion of this mode of production in this country relied heavily on the organization of the production network. Agricultural production networks may be thought as economic spaces where goods, services, information and knowledge are exchanged between multiple actors. Among them, the megaentreprises stand out from the rest because od its coordinating role within the network. Concern about megaentreprises place within these networks refers to their relations with other agribusiness actors. Therefore, in this article the structural analysis of networks is suitable to recognize what is at stake in the multiple exchanges between these players.
As políticas neoliberais de desregulamentação econômica e liberalização comercial implementadas na década de 1990 na Argentina produziram mudanças que permitiram a formação de um novo modelo de empresarial: o agronegócio. A expansão dessa modalidade no país dependia fortemente da organização de redes de produção. As redes de produção agropecuária podem se pensar como espaços econômicos se trocam bens, serviços, informações e conhecimentos, dos quais participam múltiplos. Entre eles, as megaempresas destacam-se pelo papel de coordenação no seio da rede. A preocupação com o lugar das megaempresas nessas redes refere-se às relações com outros atores do agronegócio. Portanto, este artigo recorre à análise estrutural de redes para reconhecer o que está em jogo nas múltiplas trocas entre esses atores.
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