Viver e estudar nas favelas do Sul global: Modulações gerenciais das biopolíticas da vida urbana

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Fecha
12/2017
Editorial
Universidade Federal do Paraná
Revista
Educar Em Revista
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ISSN
0104-4060
eISSN
1984-0411
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo tiene por objeto debatir, a través de los resultados de la investigaciónrealizada en la intersección escuela-barrio en la Región Metropolitanade Buenos Aires, algunas líneas que caracterizan los actuales modosde producción política de la vida en su intersección con la vida escolar.Proponemos que el sistema operativo que define a lo urbano involucra sucreación como escenario biopolítico en sí; esto es la ciudad como expresión yrealización del despliegue de regularización de la vida. Foucault se ocupa deeste problema en varios de sus textos y es una cuestión que puede rastrearsedesde sus primeras obras hasta las últimas pero que, claramente, desarrollacuando se ocupa de las nociones de biopolítica y gubernamentalidad. Pormedio del trabajo de investigación en escuelas emplazadas en aquellosespacios urbanos comúnmente llamados villas miseria, villa, chabolas oslums, problematizamos algunas de las modulaciones y estatificaciones queatraviesan a la producción y conducción política de la vida en ese lugar deencuentro con la escolaridad. A modo de hipótesis señalamos que, en losactuales tiempos gerenciales, hacer-hacerse vivir devino modulación clavedel ejercicio del poder que, descansando sobre sí mismo, dirime la cuestióndel no gobernar demasiado pero tampoco demasiado poco.
Este artigo tem como objetivo discutir e caracterizar, por meio dos resultados da pesquisa na intersecção escola-bairro na região metropolitana de Buenos Aires, os modos atuais de produção política da vida em sua interseção com a vida escolar. Propomos que o sistema operacional que define o urbano envolva um cenário biopolítico em si: a cidade como expressão e realização do desenvolvimento da regularização da vida. Foucault lida com esse problema em vários de seus textos e é uma questão que pode ser rastreada em suas primeiras obras até as últimas, mas que se desenvolve claramente quando ele aborda as noções de biopolítica e governamentalidade. Através do trabalho de pesquisa nas escolas localizadas nos espaços urbanos do sul global, comumente chamados favelas, vilas ou assentamentos se problematizam algumas das modulações da produção e conduta política da vida. A título de hipótese, destacamos que, nos atuais tempos gerenciais, o faça você mesmo se torna uma modulação chave do exercício do poder que esclarece a máxima de não governar demasiado, tampouco demasiado pouco.
On the basis of field work conducted in the periphery of the Buenos Aires metropolitan area, this article discusses some of the lines that characterize current modes of political production of life in the intersection with school life. We propose that the operating system that defines the urban involves biopolitics as its scenario: the city as an expression and realization of regularization of life. Foucault deals with this problem in several of his texts and it is a question that can be traced on his first works but, clearly, it is developed when he deals with the notions of biopolitics and governmentality. Through research work in schools located in urban areas called villas miseria, favelas, chavolas or slums, we problematize some of the modulations and stratifications of the production and political conduction of life in current societies. By way of hypothesis, we point out that the self-make live became a key modulation of the exercise of power in the present managerial times, which, located on the itself, diminishes the question of not governing too much but not too little.
Este artigo tem como objetivo discutir e caracterizar, por meio dos resultados da pesquisa na intersecção escola-bairro na região metropolitana de Buenos Aires, os modos atuais de produção política da vida em sua interseção com a vida escolar. Propomos que o sistema operacional que define o urbano envolva um cenário biopolítico em si: a cidade como expressão e realização do desenvolvimento da regularização da vida. Foucault lida com esse problema em vários de seus textos e é uma questão que pode ser rastreada em suas primeiras obras até as últimas, mas que se desenvolve claramente quando ele aborda as noções de biopolítica e governamentalidade. Através do trabalho de pesquisa nas escolas localizadas nos espaços urbanos do sul global, comumente chamados favelas, vilas ou assentamentos se problematizam algumas das modulações da produção e conduta política da vida. A título de hipótese, destacamos que, nos atuais tempos gerenciais, o faça você mesmo se torna uma modulação chave do exercício do poder que esclarece a máxima de não governar demasiado, tampouco demasiado pouco.
On the basis of field work conducted in the periphery of the Buenos Aires metropolitan area, this article discusses some of the lines that characterize current modes of political production of life in the intersection with school life. We propose that the operating system that defines the urban involves biopolitics as its scenario: the city as an expression and realization of regularization of life. Foucault deals with this problem in several of his texts and it is a question that can be traced on his first works but, clearly, it is developed when he deals with the notions of biopolitics and governmentality. Through research work in schools located in urban areas called villas miseria, favelas, chavolas or slums, we problematize some of the modulations and stratifications of the production and political conduction of life in current societies. By way of hypothesis, we point out that the self-make live became a key modulation of the exercise of power in the present managerial times, which, located on the itself, diminishes the question of not governing too much but not too little.
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