Ecología política del reordenamiento neoliberal del territorio: desarrollo petroquímico, extractivismo y colonialidad en Bahía Blanca (Argentina) durante los años noventa

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Fecha
07/2025
Editorial
Universidad del Rosario
Revista
Territorios
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ISSN
0123-8418
eISSN
2215-7484
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Español
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Resumen
En el presente artículo analizamos las lógicas a través de las cuales los procesos extractivos de acumulación intervienen en la producción de los territorios urbanos, indagando la vinculación entre Bahía Blanca (ciudad intermedia de la provincia de Buenos Aires, Argentina) y un polo petroquímico recientemente privatizado, extranjerizado y ampliado entre los años 1995 y 2002. Nuestra hipótesis de trabajo plantea que, durante la gran transformación neoliberal, se profundizó la colonialidad de la producción del territorio mediante un patrón de poder que operó a escala global-local instituyendo un ordenamiento extractivo por medio de la apropiación capitalista de bienes comunes naturales y urbanos, y de la producción de injusticias espaciales asociadas a los costos del progreso.
In this article, we analyse the logics through which extractive processes of accumulation are involved in the production of urban territories, investigating the link between Bahía Blanca (an intermediate city in the province of Buenos Aires, Argentina) and a recently privatised, foreignised and expanded petrochemical pole between 1995 and 2002. Our working hypothesis is that, during the great neoliberal transformation, the coloniality of territorial production was deepened through a pattern of power that operated on a global-local scale, instituting an extractive ordering through the capitalist appropriation of natural and urban commons, and the production of spatial injustices associated with the costs of progress.
Neste artigo, analisamos as lógicas pelas quais os processos extrativistas de acumulação intervêm na produção de territórios urbanos e investigamos a ligação entre Bahía Blanca (cidade intermediária na província de Buenos Aires, Argentina) e um polo petroquímico recentemente privatizado, estrangeirizado e ampliado, entre 1995 e 2002. Nossa hipótese de trabalho propõe que, durante a grande transformação neoliberal, a colonialidade da produção do território se aprofundou com base em um padrão de poder que operava em escala global-local e instituiu uma ordem extrativista por meio da apropriação capitalista dos bens comuns naturais e urbanos, e da produção de injustiças espaciais associadas aos custos do progresso.
In this article, we analyse the logics through which extractive processes of accumulation are involved in the production of urban territories, investigating the link between Bahía Blanca (an intermediate city in the province of Buenos Aires, Argentina) and a recently privatised, foreignised and expanded petrochemical pole between 1995 and 2002. Our working hypothesis is that, during the great neoliberal transformation, the coloniality of territorial production was deepened through a pattern of power that operated on a global-local scale, instituting an extractive ordering through the capitalist appropriation of natural and urban commons, and the production of spatial injustices associated with the costs of progress.
Neste artigo, analisamos as lógicas pelas quais os processos extrativistas de acumulação intervêm na produção de territórios urbanos e investigamos a ligação entre Bahía Blanca (cidade intermediária na província de Buenos Aires, Argentina) e um polo petroquímico recentemente privatizado, estrangeirizado e ampliado, entre 1995 e 2002. Nossa hipótese de trabalho propõe que, durante a grande transformação neoliberal, a colonialidade da produção do território se aprofundou com base em um padrão de poder que operava em escala global-local e instituiu uma ordem extrativista por meio da apropriação capitalista dos bens comuns naturais e urbanos, e da produção de injustiças espaciais associadas aos custos do progresso.
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