El “buen gusto” entre el modelo cuantitativo y cualitativo: Grupos sociales relevantes en la vitivinicultura mendocina (1960-1990)

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Fecha
04/2024
Editorial
Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia
Revista
Perspectiva Geográfica
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ISSN
0123-3769
eISSN
2500-8684
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Idioma
Español
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Resumen
A partir de la década de 1960, en la provincia de Mendoza, se establecieronpolíticas económicas público-privadas que fueron la base necesaria para el cambio tecnológicoque consolida la reestructuración vitivinícola en 1990. El modelo productivo cuantitativoque comercializaba uvas y vinos comunes de altos rendimientos fue atravesado por unatransformación global del mercado del vino, por la creación de instituciones para controlar lagenuinidad de vinos y por la caída del consumo, así como por el impacto de una prolongada yprofunda crisis de sobreproducción (1978-1990). Estos aspectos estimularon la reorientaciónde algunos productores hacia el mercado internacional y al nuevo paradigma de calidad quese estaba desarrollando en otros países, basado en uvas y vinos varietales. Son estrategias degrupos sociales relevantes (públicos y privados) que establecieron como innovación la exportaciónde vinos finos asociados al buen gusto como solución a la crisis de sobreproducción.
In the province of Mendoza, specifically since the 1960s, public and private economic policies were established that could be considered the origins of the technological change that consolidated the wine restructuring in 1990. The quantitative production model that marketed common high-yield grapes and wines was affected by a global transformation of the wine market, the creation of institutions to control the authenticity of wines, the drop in consumption, and the impact of a prolonged and deep crisis of overproduction (1978- 1990). These aspects stimulated the reorientation of some producers towards the international market and the “quality” paradigm, based on fine grapes and wines. They are strategies of Relevant Social Groups (public and private) that established as an innovation the export of fine wines associated with “good taste” as a solution to the crisis of overproduction.
Na província da Mendoza, especificamente a partir da década de 1960, foram estabelecidas políticas económicas público-privadas que podem ser consideradas as origens da mudança tecnológica que consolidou a reestruturação vitivinícola em 1990. O modelo quantitativo de produção que comercializou uvas e vinhos comuns de alto rendimento foi afectado por uma transformação global do mercado vitivinícola, pela criação de instituições para controlar a autenticidade dos vinhos, pela quebra do consumo, bem como pelo impacto de uma crise prolongada e profunda de superprodução (1978-1990). Estes aspectos estimularam a reorientação de alguns produtores para o mercado internacional e para o paradigma da “qualidade”, baseado em boas uvas e bons vinhos. São estratégias de Grupos Sociais Relevantes (públicos e privados) que estabeleceram como inovação a exportação de vinhos finos associados ao “bom gosto” como solução para a crise da superprodução.
In the province of Mendoza, specifically since the 1960s, public and private economic policies were established that could be considered the origins of the technological change that consolidated the wine restructuring in 1990. The quantitative production model that marketed common high-yield grapes and wines was affected by a global transformation of the wine market, the creation of institutions to control the authenticity of wines, the drop in consumption, and the impact of a prolonged and deep crisis of overproduction (1978- 1990). These aspects stimulated the reorientation of some producers towards the international market and the “quality” paradigm, based on fine grapes and wines. They are strategies of Relevant Social Groups (public and private) that established as an innovation the export of fine wines associated with “good taste” as a solution to the crisis of overproduction.
Na província da Mendoza, especificamente a partir da década de 1960, foram estabelecidas políticas económicas público-privadas que podem ser consideradas as origens da mudança tecnológica que consolidou a reestruturação vitivinícola em 1990. O modelo quantitativo de produção que comercializou uvas e vinhos comuns de alto rendimento foi afectado por uma transformação global do mercado vitivinícola, pela criação de instituições para controlar a autenticidade dos vinhos, pela quebra do consumo, bem como pelo impacto de uma crise prolongada e profunda de superprodução (1978-1990). Estes aspectos estimularam a reorientação de alguns produtores para o mercado internacional e para o paradigma da “qualidade”, baseado em boas uvas e bons vinhos. São estratégias de Grupos Sociais Relevantes (públicos e privados) que estabeleceram como inovação a exportação de vinhos finos associados ao “bom gosto” como solução para a crise da superprodução.
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