La política hidrocarburífera de la alianza Cambiemos como proceso de ensayo-error

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Fecha
07/2025
Editorial
Sociedad de Economia Critica de Argentina y Uruguay
Revista
Cuadernos de Economía Crítica
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
2408-400X
eISSN
2525-1538
ISBN
Idioma
Español
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Clasificación temática
Resumen
En el presente artículo recuperamos la concepción de la política pública como determinada por la forma “ensayo-error”, a los fines de analizar e interpretar la política hidrocarburífera de la alianza Cambiemos. Este enfoque permite conjurar el sesgo instrumentalista, problema clásico de los análisis de políticas públicas, que fue característico de las interpretaciones de la actividad estatal en tal período. Mientras en esta última perspectiva la política parece esclarecida de antemano por el poder de capitales altamente concentrados y su “colonización” del aparato de Estado, el concepto de ensayo-error inscribe la intervención estatal en una estructura de acumulación y dominación espoleada por la crisis. Esto significa que, independientemente de sus trayectorias profesionales y vínculos interpersonales, los funcionarios se encuentran sometidos a la presión de dos grandes determinaciones de la reproducción del Estado: la acumulación y la legitimación. Distintas contradicciones de la política petrolera de Cambiemos expresan la operatoria de tal coerción mediante la forma ensayo-error.
This article analyses Cambiemos government policy on oil and gas from the perspective of the public policy making as a trial-and-error process. This approach avoids instrumentalism, a classic bias in public policy studies which characterized the analyses on this period. While this view explains public policy as determined by the power of capitals and their ability to ‘colonize’ the State apparatus, the concept of trial-and-error places State intervention in a crisis-ridden structure of accumulation and domination. As a result, regardless of their professional backgrounds and interpersonal relationships, state officials are subject to the pressure of the two major determinants of state reproduction: accumulation and legitimation. Contradictions in Cambiemos government hydrocarbon policy show the functioning of that coercion in the form of a trial-and-error process.
Neste artigo recuperamos a concepção de política pública determinada pela forma “tentativa-e-erro”, para fins de análise e interpretação da política de hidrocarbonetos da aliança Cambiemos. Essa abordagem permite evitar o viés instrumentalista, problema clássico da análise de políticas públicas, característico das interpretações da atividade estatal naquele período. Enquanto nesta última perspectiva a política parece antecipadamente esclarecida pelo poder do capital altamente concentrado e pela sua “colonização” do aparelho de Estado, o conceito de tentativa-e-erro inscreve a intervenção estatal numa estrutura de acumulação e dominação incitada pela crise. Isto significa que, independentemente da sua carreira profissional e dos seus vínculos interpessoais, os funcionários estão sujeitos à pressão de duas grandes determinações da reprodução do Estado: a acumulação e a legitimação. Diferentes contradições da política petrolífera de Cambiemos expressam a operação de tal coerção através da forma de tentativa-e-erro.
This article analyses Cambiemos government policy on oil and gas from the perspective of the public policy making as a trial-and-error process. This approach avoids instrumentalism, a classic bias in public policy studies which characterized the analyses on this period. While this view explains public policy as determined by the power of capitals and their ability to ‘colonize’ the State apparatus, the concept of trial-and-error places State intervention in a crisis-ridden structure of accumulation and domination. As a result, regardless of their professional backgrounds and interpersonal relationships, state officials are subject to the pressure of the two major determinants of state reproduction: accumulation and legitimation. Contradictions in Cambiemos government hydrocarbon policy show the functioning of that coercion in the form of a trial-and-error process.
Neste artigo recuperamos a concepção de política pública determinada pela forma “tentativa-e-erro”, para fins de análise e interpretação da política de hidrocarbonetos da aliança Cambiemos. Essa abordagem permite evitar o viés instrumentalista, problema clássico da análise de políticas públicas, característico das interpretações da atividade estatal naquele período. Enquanto nesta última perspectiva a política parece antecipadamente esclarecida pelo poder do capital altamente concentrado e pela sua “colonização” do aparelho de Estado, o conceito de tentativa-e-erro inscreve a intervenção estatal numa estrutura de acumulação e dominação incitada pela crise. Isto significa que, independentemente da sua carreira profissional e dos seus vínculos interpessoais, os funcionários estão sujeitos à pressão de duas grandes determinações da reprodução do Estado: a acumulação e a legitimação. Diferentes contradições da política petrolífera de Cambiemos expressam a operação de tal coerção através da forma de tentativa-e-erro.
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