Where should i publish my next manuscript on limnology?

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Fecha
09/2016
Editorial
Associação Brasileira de Limnologia
Revista
Acta Limnologica Brasiliensia
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0102-6712
eISSN
2179-975X
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
When we need to spread the limnological knowledge, arises an issue that is not less than: where to publish our next article? In recent decades, the main element of evaluation are the “papers” and the sentence “publish or perish” haunts many scientists. It is imperative that researchers to share their discoveries or new knowledge. The dilemma arises because the scientific agencies (led by scientists) have installed what I call prestige system in which researchers needs a number of articles published in mainstream journals with highest positions in the ranking to progress in their scientific carrier. This determines a strong pressure on the subjects under investigation, in the allocation of resources and, sometimes, comes to desperation to publish. It is also producing the neglect of regional issues hardly find place in those journals and end up published in journals unreliable. The dissemination of the limnological topics in Latin American journals gradually lost prominence. In my opinion, it´s necesary to spread the results for the people that paying our salaries and supports our projects. Put another way, publish in good local journals, without prejudice to also publish in journals of high international ranking. Scientific production should be evaluated for their trascendence, by his transforming power and not just by impact factors used today by many agencies.
Quando precisamos difundir o conhecimento limnológico, surge uma questão que não é menos importante: onde publicar o nosso próximo artigo? Nas décadas recentes, o principal elemento de avaliação são os artigos científicos e a sentença “publicar ou perecer” assombra muitos cientistas. É imprescindível que os pesquisadores compartilhem suas descobertas ou novos conhecimentos. O dilema surge porque as agências de fomento (lideradas por cientistas) têm instalado o que eu chamo de sistema de prestígio em que pesquisadores precisam de um número de artigos publicados em revistas com as mais altas posições no ranking para progredir em sua carreira científica. Isto determina forte pressão sobre os objetos de investigação, na alocação de recursos e, às vezes, leva ao desespero em publicar. Esta pressão também negligencia a atenção sobre temas de interesse regional que dificilmente encontram lugar nestas revistas e acabam sendo publicados em revistas pouco confiáveis. A divulgação de temas limnológicos em revistas latinoamericanas está gradualmente perdendo importância. Na minha opinião nós limnólogos temos que divulgar nossos resultados para a sociedade que paga nosso salário e sustenta nossos projetos. Portanto, eu considero que devemos publicar nossos resultados de pesquisa em boas revistas locais, sem prejuízo de publicar também em revistas de elevado ranking internacional. A produção científica deve ser avaliada quanto à sua transcendencia e pelo seu poder transformador da realidade e não somente por fatores de impacto usados hoje por muitas agências de fomento.
Quando precisamos difundir o conhecimento limnológico, surge uma questão que não é menos importante: onde publicar o nosso próximo artigo? Nas décadas recentes, o principal elemento de avaliação são os artigos científicos e a sentença “publicar ou perecer” assombra muitos cientistas. É imprescindível que os pesquisadores compartilhem suas descobertas ou novos conhecimentos. O dilema surge porque as agências de fomento (lideradas por cientistas) têm instalado o que eu chamo de sistema de prestígio em que pesquisadores precisam de um número de artigos publicados em revistas com as mais altas posições no ranking para progredir em sua carreira científica. Isto determina forte pressão sobre os objetos de investigação, na alocação de recursos e, às vezes, leva ao desespero em publicar. Esta pressão também negligencia a atenção sobre temas de interesse regional que dificilmente encontram lugar nestas revistas e acabam sendo publicados em revistas pouco confiáveis. A divulgação de temas limnológicos em revistas latinoamericanas está gradualmente perdendo importância. Na minha opinião nós limnólogos temos que divulgar nossos resultados para a sociedade que paga nosso salário e sustenta nossos projetos. Portanto, eu considero que devemos publicar nossos resultados de pesquisa em boas revistas locais, sem prejuízo de publicar também em revistas de elevado ranking internacional. A produção científica deve ser avaliada quanto à sua transcendencia e pelo seu poder transformador da realidade e não somente por fatores de impacto usados hoje por muitas agências de fomento.
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