Integración de la descomposición geométrica y la cosmovisión andina en la enseñanza del álgebra en 9no EGB en Ecuador

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Fecha
07/2023
Editorial
Universidade Federal de Ouro Preto
Revista
Revemop
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ISSN
eISSN
2596-0245
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Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo pretende indagar de qué manera la práctica de la descomposición geométrica explicada desde la cosmovisión andina (saberes ancestrales) puede aportar a la enseñanza del álgebra. Recupera los constructos de constructivismo, códigos y habitus, desde una perspectiva etnomatemática que procura interpretar lo que acontece en tres escuelas de Quito (Ecuador), a partir de triangular entrevista a docentes, encuesta a estudiantes y observación de clases. Fue posible reconocer un predominio del valor procedimental por sobre procesos algebraicos como generalización y modelación contextualizados; mientras que la cosmovisión andina alienta la comunitariedad y la descomposición geométrica materializa criterios del espacio matemático de un modo cercano a las personas y su entorno. Finalmente se recomienda la posibilidad de enseñar álgebra desde la descomposición geométrica y contribuir hacia un interés educativo multicultural en Ecuador.
This work aims to investigate how the practice of geometric decomposition explained from the Andean cosmovision (ancestral knowledge) can contribute to the teaching of algebra. It recovers the constructs of constructivism, codes and habitus, from an ethnomathematical perspective that seeks to interpret what happens in three schools in Quito (Ecuador), from triangular interviews with teachers, student surveys and class observation. It was possible to recognize a predominance of procedural value over algebraic processes such as generalization and contextualized modeling; While the Andean cosmovision encourages communitarianity and geometric decomposition materializes criteria of mathematical space in a way close to people and their environment. Finally, the possibility of teaching algebra from geometric decomposition and contributing towards a multicultural educational interest in Ecuador is recommended.
Este trabalho tem como objetivo investigar como a prática da decomposição geométrica explicada a partir da cosmovisão andina (conhecimento ancestral) pode contribuir para o ensino da álgebra. Recupera os construtos do construtivismo, códigos e habitus, a partir de uma perspectiva etnomatemática que busca interpretar o que acontece em três escolas de Quito (Equador), a partir de entrevistas triangulares com professores, pesquisas com alunos e observação de classe. Foi possível reconhecer uma predominância do valor processual sobre processos algébricos como a generalização e a modelagem contextualizada; enquanto a cosmovisão andina incentiva a comunitaridade e a decomposição geométrica materializa critérios do espaço matemático de uma forma próxima das pessoas e do seu ambiente. Finalmente, recomenda-se a possibilidade de ensinar álgebra a partir da decomposição geométrica e contribuir para um interesse educacional multicultural no Equador.
This work aims to investigate how the practice of geometric decomposition explained from the Andean cosmovision (ancestral knowledge) can contribute to the teaching of algebra. It recovers the constructs of constructivism, codes and habitus, from an ethnomathematical perspective that seeks to interpret what happens in three schools in Quito (Ecuador), from triangular interviews with teachers, student surveys and class observation. It was possible to recognize a predominance of procedural value over algebraic processes such as generalization and contextualized modeling; While the Andean cosmovision encourages communitarianity and geometric decomposition materializes criteria of mathematical space in a way close to people and their environment. Finally, the possibility of teaching algebra from geometric decomposition and contributing towards a multicultural educational interest in Ecuador is recommended.
Este trabalho tem como objetivo investigar como a prática da decomposição geométrica explicada a partir da cosmovisão andina (conhecimento ancestral) pode contribuir para o ensino da álgebra. Recupera os construtos do construtivismo, códigos e habitus, a partir de uma perspectiva etnomatemática que busca interpretar o que acontece em três escolas de Quito (Equador), a partir de entrevistas triangulares com professores, pesquisas com alunos e observação de classe. Foi possível reconhecer uma predominância do valor processual sobre processos algébricos como a generalização e a modelagem contextualizada; enquanto a cosmovisão andina incentiva a comunitaridade e a decomposição geométrica materializa critérios do espaço matemático de uma forma próxima das pessoas e do seu ambiente. Finalmente, recomenda-se a possibilidade de ensinar álgebra a partir da decomposição geométrica e contribuir para um interesse educacional multicultural no Equador.
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