De la fiebre de la soja a la degradación de los suelos: economía, ecología y política en la agricultura del centro-oeste del Chaco Seco, Argentina (1960-1990)

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Fecha
01/2021
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa. Facultad de Ciencias Humanas. Instituto de Estudios Socio-Históricos
Revista
Quinto Sol
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ISSN
0329-2665
eISSN
1851-2879
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo recupera y analiza los procesos de cambio agrario asociados a la primera expansión de la frontera de la agricultura extensiva de secano en el área centro-oeste del Chaco Seco argentino (noroeste de Argentina), durante el período1960-1990. La singularidad del caso es que en las colonias agrícolas de ese área se introdujo el cultivo de soja en la década de 1960, constituyendo uno de los primeros espacios en Argentina donde se produjo soja comercialmente. Esa experiencia constituyó el antecedente en relación al cual organismos públicos y empresas privadas produjeron conocimiento y tecnología para lograr resultados económicamente positivos sobre un espacio marginal hasta ese momento (1960-1970) en base a un cultivo sin antecedentes nacionales en espacios semi-áridos. En la década de 1970, capitales de otros sectores de la economía adquirieron tierras e imprimieron un modelo empresarial a la agricultura del área de estudio. No obstante, durante la década de 1980 la degradación de los suelos se constituyó en una problemática general que ralentizó la expansión de la década previa.
This article analyzes the processes of agrarian change associated to the first expansion of the extensive dryland agriculture frontier in middle-western Dry Chaco (northwestern Argentina) during the 1960-1990 period. The singularity of the case in relation to other agrarian spaces of the region is that soybean cultivation was introduced in the 1960s in the farming colonies of that area, constituting one of the first spaces in Argentina where soybean was produced commercially. This experience constituted the precedent in relation to which public organizations and private companies produced knowledge and technology to achieve economically positive results on what until then was a marginal space, based on a crop with no national background in semi-arid spaces. In the 1970s, investors from other sectors of the economy acquired land and imprinted a business model for agriculture in the study area. However, during the 1980s soil degradation became a general problem that slowed the expansion of the previous decade.
Este artigo recupera e analisa os processos de mudanças agrarias associadas à primeira expansão da fronteira da agricultura extensiva de sequeiro na área centro-oeste do Chaco Seco argentino (noroeste da Argentina) durante o período 1960-1990. A singularidade do caso é que nas colônias agrícolas dessa área se introduz o cultivo de soja na década de 1960, o que constituiu o primeiro espaço, na Argentina, onde se produz comercialmente essa leguminosa. Essa experiência supus o antecedente a partir do qual organismos públicos e empresas privadas produziram conhecimento e tecnologia para conseguir resultados economicamente positivos sobre um espaço até esse momento marginal (1960-1970) sobre a base de um cultivo sem antecedentes nacionais em condições agroclimáticas semiáridas. Na década de 1970, capitais de outros setores da economia adquiriram terras e apresentaram um modelo empresarial à agricultura da área de estudo. Não obstante, durante 1980, a degradação dos solos foi uma problemática geral que retardou a expansão da década prévia.
This article analyzes the processes of agrarian change associated to the first expansion of the extensive dryland agriculture frontier in middle-western Dry Chaco (northwestern Argentina) during the 1960-1990 period. The singularity of the case in relation to other agrarian spaces of the region is that soybean cultivation was introduced in the 1960s in the farming colonies of that area, constituting one of the first spaces in Argentina where soybean was produced commercially. This experience constituted the precedent in relation to which public organizations and private companies produced knowledge and technology to achieve economically positive results on what until then was a marginal space, based on a crop with no national background in semi-arid spaces. In the 1970s, investors from other sectors of the economy acquired land and imprinted a business model for agriculture in the study area. However, during the 1980s soil degradation became a general problem that slowed the expansion of the previous decade.
Este artigo recupera e analisa os processos de mudanças agrarias associadas à primeira expansão da fronteira da agricultura extensiva de sequeiro na área centro-oeste do Chaco Seco argentino (noroeste da Argentina) durante o período 1960-1990. A singularidade do caso é que nas colônias agrícolas dessa área se introduz o cultivo de soja na década de 1960, o que constituiu o primeiro espaço, na Argentina, onde se produz comercialmente essa leguminosa. Essa experiência supus o antecedente a partir do qual organismos públicos e empresas privadas produziram conhecimento e tecnologia para conseguir resultados economicamente positivos sobre um espaço até esse momento marginal (1960-1970) sobre a base de um cultivo sem antecedentes nacionais em condições agroclimáticas semiáridas. Na década de 1970, capitais de outros setores da economia adquiriram terras e apresentaram um modelo empresarial à agricultura da área de estudo. Não obstante, durante 1980, a degradação dos solos foi uma problemática geral que retardou a expansão da década prévia.
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