"Dígame, Padre": El discurso de Hesayne sobre la transición democrática en la revista De Pie (1983-1989)
; Barelli, Ana Inés 
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Fecha
04/2024
Editorial
Universidade Estadual de Campinas
Revista
Ciencias Sociales y Religión
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Institución organizadora
ISSN
1982-2650
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Idioma
Español
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Resumen
El obispo Miguel Hesayne (1975-1993) se constituyó tempranamente en una figura destacada en la escena política rionegrina debido a su intervención en el conflicto obrero suscitado en la mina de Sierra Grande (1975). Posteriormente, su posición frente a la última dictadura militar (1976-1983) trascendió los límites provinciales transformándolo en una referencia nacional en la defensa de los derechos humanos. Con el retorno de la democracia, Miguel Hesayne impulsó una de sus principales iniciativas en materia comunicacional que fue la publicación de la revista De Pie (1984-1989), un instrumento de denuncia y de acción política. En el presente artículo nos proponemos analizar las intervenciones del obispo en la sección “Dígame, padre” en torno al proceso democrático abierto en la Argentina a fines de 1983, para identificar su posición sobre la transición y el rol histórico que le cabía a la Iglesia rionegrina en la construcción de una democracia “real”.
Dom Miguel Hesayne (1975-1993) se tornou cedo uma figura de destaque no cenário político rio-negro, devido à sua intervenção no conflito operário surgido na mina de Sierra Grande (1975). Posteriormente, a sua posição contra a última ditadura militar (1976-1983) transcendeu os limites provinciais, transformando-o numa referência nacional na defesa dos direitos humanos. Com o regresso da democracia, Miguel Hesayne promoveu uma das suas principais iniciativas em matéria de comunicação, que foi a publicação da revista De Pie (1984-1989), instrumento de denúncia e ação política. Neste artigo propomos analisar as intervenções do bispo na seção “Diga-me, pai”, a respeito do processo democrático aberto na Argentina no final de 1983, para identificar sua posição sobre a transição e o papel histórico que a Igreja de Río Negro teve na construção de uma democracia “real”.
Bishop Miguel Hesayne (1975-1993) became an early prominent figure in the political scene of Río Negro due to his intervention in the workers’ conflict at the Sierra Grande mine (1975). Subsequently, his position in the face of the last military dictatorship (1976-1983) transcended the provincial limits, transforming him into a national reference in the defense of human rights. With the return of democracy, Miguel Hesayne promoted one of his main initiatives in the field of communication, which was the publication of the magazine De Pie (1984- 1989), an instrument of denunciation and political action. In this article we propose to analyze the bishop’s interventions in the section “Tell me, Father” about the democratic process opened in Argentina at the end of 1983, to identify his position on the transition and the historical role that the Church of Río Negro had to play in the construction of a “real” democracy.
Dom Miguel Hesayne (1975-1993) se tornou cedo uma figura de destaque no cenário político rio-negro, devido à sua intervenção no conflito operário surgido na mina de Sierra Grande (1975). Posteriormente, a sua posição contra a última ditadura militar (1976-1983) transcendeu os limites provinciais, transformando-o numa referência nacional na defesa dos direitos humanos. Com o regresso da democracia, Miguel Hesayne promoveu uma das suas principais iniciativas em matéria de comunicação, que foi a publicação da revista De Pie (1984-1989), instrumento de denúncia e ação política. Neste artigo propomos analisar as intervenções do bispo na seção “Diga-me, pai”, a respeito do processo democrático aberto na Argentina no final de 1983, para identificar sua posição sobre a transição e o papel histórico que a Igreja de Río Negro teve na construção de uma democracia “real”.
Bishop Miguel Hesayne (1975-1993) became an early prominent figure in the political scene of Río Negro due to his intervention in the workers’ conflict at the Sierra Grande mine (1975). Subsequently, his position in the face of the last military dictatorship (1976-1983) transcended the provincial limits, transforming him into a national reference in the defense of human rights. With the return of democracy, Miguel Hesayne promoted one of his main initiatives in the field of communication, which was the publication of the magazine De Pie (1984- 1989), an instrument of denunciation and political action. In this article we propose to analyze the bishop’s interventions in the section “Tell me, Father” about the democratic process opened in Argentina at the end of 1983, to identify his position on the transition and the historical role that the Church of Río Negro had to play in the construction of a “real” democracy.
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