Formas de lecturas en la investigación: Acumulación bibliográfica y sobre-interpretación
; Estifique, María Alejandra Otros responsables
Fecha
08/2026
Editorial
Universidad Nacional de Córdoba. Facultad de Filosofía y Humanidades. Centro de Investigaciones "Maria Saleme de Burnichon"
Revista
Cuadernos de Educación
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
eISSN
2344-9152
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente artículo reconoce a la lectura sensorial en la investigación como una estrategia para detener la velocidad, el disciplinamiento y la repetición automática que paralizan los ambientes académicos. Compartimos los movimientos metodológicos advertidos a partir de la composición de una instalación que articula nuestras bibliotecas personales con las formas de lectura que involucran el cuerpo. Esta aproximación entrelaza lo público y lo privado, reconociendo el surgimiento de prácticas de lectura no lineales. El texto narra el devenir de la instalación y, posteriormente, reconoce sus derivadas epistémicas. Proponemos que la investigación, especialmente desde una perspectiva narrativa y descolonial, se configure como un género en descomposición que desborda la aplicación de herramientas metodológicas tradicionales.
This article recognizes sensory reading in research as a strategy to interrupt the speed, disciplining, and automatic repetition that paralyze academic environments. We share the methodological movements observed through the creation of an installation that articulates our personal libraries with forms of reading involving the body. This approach interweaves the public and the private, acknowledging the emergence of non-linear reading practices. The text narrates the evolution of the installation and subsequently identifies its epistemic derivations. We propose that this type of research, especially from a narrative and decolonial perspective, constitutes a genre in decomposition that overflows the application of traditional methodological tools.
O presente artigo reconhece a leitura sensorial na pesquisa como uma estratégia para deter a velocidade, o disciplinamento e a repetição automática que paralisam os ambientes acadêmicos. Compartilhamos os movimentos metodológicos observados a partir da composição de uma instalação que articula nossas bibliotecas pessoais com as formas de leitura que envolvem o corpo. Essa abordagem entrelaça o público e o privado, reconhecendo o surgimento de práticas de leitura não lineares. O texto narra o devir da instalação e, posteriormente, reconhece suas derivativas epistêmicas. Propomos que a pesquisa, especialmente a partir de uma perspectiva narrativa e descolonial, se configure como um gênero em decomposição que extravasa a aplicação de ferramentas metodológicas tradicionais.
This article recognizes sensory reading in research as a strategy to interrupt the speed, disciplining, and automatic repetition that paralyze academic environments. We share the methodological movements observed through the creation of an installation that articulates our personal libraries with forms of reading involving the body. This approach interweaves the public and the private, acknowledging the emergence of non-linear reading practices. The text narrates the evolution of the installation and subsequently identifies its epistemic derivations. We propose that this type of research, especially from a narrative and decolonial perspective, constitutes a genre in decomposition that overflows the application of traditional methodological tools.
O presente artigo reconhece a leitura sensorial na pesquisa como uma estratégia para deter a velocidade, o disciplinamento e a repetição automática que paralisam os ambientes acadêmicos. Compartilhamos os movimentos metodológicos observados a partir da composição de uma instalação que articula nossas bibliotecas pessoais com as formas de leitura que envolvem o corpo. Essa abordagem entrelaça o público e o privado, reconhecendo o surgimento de práticas de leitura não lineares. O texto narra o devir da instalação e, posteriormente, reconhece suas derivativas epistêmicas. Propomos que a pesquisa, especialmente a partir de uma perspectiva narrativa e descolonial, se configure como um gênero em decomposição que extravasa a aplicação de ferramentas metodológicas tradicionais.
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