Investigar con mujeres con discapacidad: Reflexiones epistemológicas y metodológicas desde el enfoque feminista-emancipador

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Fecha
05/2018
Editorial
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Revista
Revista Brasileira de Estudos Pedagogicos
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0034-7183
eISSN
2176-6681
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
El presente artículo tiene como objetivo compartir algunas reflexiones metodológicas y epistemológicas surgidas en el desarrollo de una investigación sobre procesos de inclusión y exclusión educativa en jóvenes mujeres con discapacidad a partir de sus narrativas en Argentina. Se realizó un estudio cualitativo a partir de entrevistas semi estructuradas y observaciones en cuatro escuelas comunes y especiales de la provincia de Buenos Aires, Argentina, durante un período de dos años. El enfoque adoptado para el desarrollo de la investigación articuló aportes de la teoría de género y los estudios sociales de la discapacidad o Disability Studies. A partir de las perspectivas teóricas asumidas, orientamos nuestros esfuerzos a intentar dar cuenta del punto de vista de las jóvenes sobre los procesos de inclusión y exclusión educativa, al mismo tiempo que problematizamos nuestras visiones como investigadoras sobre dichos procesos. Así, se presenta la articulación entre perspectivas metodológicas construidas para acceder a las narrativas de las jóvenes, así como un conjunto de reflexiones surgidas en el desarrollo del trabajo de campo organizadas en tres ejes: la concepción de las mujeres con discapacidad como sujetas interrogadas, pero no escuchadas; la relación desigual entre investigada e investigadora y las identificaciones de la investigadora en la relación con la investigada.
This paper shares some methodological and epistemological considerations that emerged of a research, in Argentina, on processes of educational inclusion and exclusion of young disabled women based on their accounts. Through semi-structured interviews and observations, a qualitative study was conducted in four regular and special schools at the province of Buenos Aires, Argentina, over a two-year period. The research approach articulated contributions of the gender theory and the disability social studies or Disability Studies. According to the theoretical perspectives adopted, the point of view of the young women is approached regarding processes of educational inclusion and exclusion, as simultaneously the researchers’ views on these processes are problematized. Thus, this article presents the articulation of methodological perspectives developed to access the young women’s accounts, as well as a set of considerations raised in the development of the field work which was organized in three axes: the notion of disabled women as a subject interrogated but not heard; the unequal relationship between researcher and subject; and the researcher’s perceptions of the subject.
Este artigo compartilha reflexões metodológicas e epistemológicas que surgiram no desenvolvimento de uma pesquisa sobre processos de inclusão e exclusão educacional de mulheres jovens com deficiência a partir de suas narrativas na Argentina. Um estudo qualitativo foi realizado com base em entrevistas semiestruturadas e observações em quatro escolas comuns e especiais na província de Buenos Aires, Argentina, durante um período de dois anos. A abordagem adotada para o desenvolvimento da pesquisa articulou contribuições da teoria do gênero e estudos sociais da deficiência ou Disability Studies. Segundo as perspectivas teóricas assumidas, envidaram-se esforços para tentar explicar o ponto de vista das jovens sobre os processos de inclusão e exclusão educacional, ao mesmo tempo que foram problematizadas as visões das pesquisadoras nesses processos. Assim, apresenta-se a articulação entre as perspectivas metodológicas construídas para ter acesso as narrativas das mulheres jovens, bem como um conjunto de reflexões surgidas no desenvolvimento do trabalho de campo organizado em três eixos: a concepção das mulheres com deficiência como sujeito questionado, mas não ouvido; a relação desigual entre pesquisadora e pesquisada; e as identificações da pesquisadora em relação à pesquisada.
This paper shares some methodological and epistemological considerations that emerged of a research, in Argentina, on processes of educational inclusion and exclusion of young disabled women based on their accounts. Through semi-structured interviews and observations, a qualitative study was conducted in four regular and special schools at the province of Buenos Aires, Argentina, over a two-year period. The research approach articulated contributions of the gender theory and the disability social studies or Disability Studies. According to the theoretical perspectives adopted, the point of view of the young women is approached regarding processes of educational inclusion and exclusion, as simultaneously the researchers’ views on these processes are problematized. Thus, this article presents the articulation of methodological perspectives developed to access the young women’s accounts, as well as a set of considerations raised in the development of the field work which was organized in three axes: the notion of disabled women as a subject interrogated but not heard; the unequal relationship between researcher and subject; and the researcher’s perceptions of the subject.
Este artigo compartilha reflexões metodológicas e epistemológicas que surgiram no desenvolvimento de uma pesquisa sobre processos de inclusão e exclusão educacional de mulheres jovens com deficiência a partir de suas narrativas na Argentina. Um estudo qualitativo foi realizado com base em entrevistas semiestruturadas e observações em quatro escolas comuns e especiais na província de Buenos Aires, Argentina, durante um período de dois anos. A abordagem adotada para o desenvolvimento da pesquisa articulou contribuições da teoria do gênero e estudos sociais da deficiência ou Disability Studies. Segundo as perspectivas teóricas assumidas, envidaram-se esforços para tentar explicar o ponto de vista das jovens sobre os processos de inclusão e exclusão educacional, ao mesmo tempo que foram problematizadas as visões das pesquisadoras nesses processos. Assim, apresenta-se a articulação entre as perspectivas metodológicas construídas para ter acesso as narrativas das mulheres jovens, bem como um conjunto de reflexões surgidas no desenvolvimento do trabalho de campo organizado em três eixos: a concepção das mulheres com deficiência como sujeito questionado, mas não ouvido; a relação desigual entre pesquisadora e pesquisada; e as identificações da pesquisadora em relação à pesquisada.
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