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Democracy as experimentalism and experimentalism as antidogmatism: John Dewey and the theory of education today

Saharrea, Juan Manuel Icon; Campeotto, Fabio Icon; Viale, Claudio Marcelo Icon

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Fecha

12/2022

Editorial

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Revista

Cognitio

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1518-7187

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Inglés

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Resumen

Our purpose in this paper is twofold: on one hand, to reconstruct Dewey’s conception of experimentalism, mainly through his pedagogical writings; and, on the other hand, to show the relevance of this reconstruction to current reassessments of Dewey’s political thought. The grounds for our perspective have a double character, too. First, we reconstruct the links between experimentalism and education on the basis of the first edition of How We Think (1910, MW 6); perhaps one of Dewey’s most noteworthy pedagogical texts. Secondly, we critically address three different reassessments of Dewey’s experimentalism in contemporary political thought, namely: (1) Pappas’s defense of Dewey’s substantive idea of democracy; (2) Forstenzer’s proposal of Deweyan experimentalism as an appropriate methodology for political philosophy; and (3) Anderson’s vindication of Deweyan experimental democracy in the context of social epistemology. We posit that in HWT Dewey places experimentalism as a kind of antidote against dogmatism and unreflective ways of reasoning. As a consequence, he links experimentalism with anti-dogmatism placing a special role in schooling for at least two reasons: (1) it is during the schooling phase that children are still sensitive to the development of certain habits; (2) dogmatism seems inevitable in any society but the educational phase is a key instance to try to avoid it. Neither (1) nor (2) are present in contemporary reassessments of Deweyan experimentalism.
Nosso propósito neste artigo é duplo: reconstruir a concepção de experimentalismo de Dewey, principalmente por meio de seus escritos pedagógicos, por um lado; e mostrar a relevância dessa reconstrução para as atuais reavaliações do pensamento político de Dewey, por outro. Os fundamentos de nossa perspectiva também têm um caráter duplo. Em primeiro lugar, reconstruímos os vínculos entre experimentalismo e educação a partir da primeira edição de How We Think (1910, MW 6); talvez um dos textos pedagógicos mais notáveis de Dewey. Em segundo lugar, abordamos criticamente três diferentes reavaliações do experimentalismo de Dewey no pensamento político contemporâneo, a saber: (1) a defesa de Pappas da ideia substantiva de democracia de Dewey; (2) a proposta de Forstenzer do experimentalismo deweyano como uma metodologia apropriada para a filosofia política; e (3) a defesa de Anderson da democracia experimental deweyana no contexto da epistemologia social. Postulamos que em HWT Dewey coloca o experimentalismo como uma espécie de antídoto contra o dogmatismo e as formas irrefletidas de raciocínio. Como consequência disso, ele relaciona o experimentalismo com o antidogmatismo, colocando um papel especial na escolarização por pelo menos duas razões: (1) é na fase escolar que as crianças ainda são sensíveis ao desenvolvimento de certos hábitos; (2) o dogmatismo parece inevitável em qualquer sociedade, mas a fase educacional é uma instância fundamental para tentar evitá-lo. Nem (1) nem (2) estão presentes nas reavaliações contemporâneas do experimentalismo deweyano.

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