Avances y retrocesos de la flexibilidad laboral en la Argentina. Aportes para una comparación de las trayectorias históricas de distintas ramas de actividad
; Harari, Ianina
; Egan, Julia Florencia
; Fernández, Rocío ; Cominiello, Sebastián Norberto
; Muñoz, Roberto
; Murmis, Ezequiel Patricio 
Otros responsables
Fecha
07/2014
Editorial
Associação Nacional de História. GT Mundos do Trabalho
Revista
Mundos do trabalho
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1984-9222
eISSN
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Idioma
Español
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Resumen
Suele asociarse la flexibilidad laboral con los gobiernos neoliberales de las últimas décadas del siglo veinte y con la emergencia de regímenes de trabajo posfordistas. Esta visión pierde de vista el hecho de que la desregulación de las normas laborales fue largamente buscada por la burguesía. El caso argentino permite ilustrar cómo desde mediados de la década del ´50 se promueven transformaciones legales que habilitan una mayor movilidad de la fuerza de trabajo y avalan formas salariales vinculadas con la productividad. Analizamos la negociación colectiva en nueve ramas de la producción, desde 1954 hasta la actualidad, y estudiamos la evolución de cláusulas relativas a la flexibilidad laboral presentes en los convenios colectivos. Esta reconstrucción histórica nos conduce a vincular estas transformaciones con la cambiante correlación de fuerzas entre las clases sociales.
Geralmente associa-se a flexibilização trabalhista com os governos “neoliberais” das últimas décadas do século XX e com a emergência dos regimes de trabalho pós-fordistas. Esta visão perde de vista o fato de que a desregulamentação das normas trabalhistas foi amplamente buscada pela burguesia. O caso argentino permite demonstrar como desde meados da década de 1950 se promovem transformações legais que possibilitam uma maior mobilidade da força de trabalho e uma garantia de formas salariais vinculadas à produtividade. Analisamos a negociação coletiva em nove ramos da produção de 1954 até a atualidade, e estudamos a evolução de cláusulas relativas à flexibilização trabalhista presentes nos acordos coletivos. Esta reconstrução histórica nos conduz a vincular estas transformações com a mutável correlação de forças entre as classes sociais.
Geralmente associa-se a flexibilização trabalhista com os governos “neoliberais” das últimas décadas do século XX e com a emergência dos regimes de trabalho pós-fordistas. Esta visão perde de vista o fato de que a desregulamentação das normas trabalhistas foi amplamente buscada pela burguesia. O caso argentino permite demonstrar como desde meados da década de 1950 se promovem transformações legais que possibilitam uma maior mobilidade da força de trabalho e uma garantia de formas salariais vinculadas à produtividade. Analisamos a negociação coletiva em nove ramos da produção de 1954 até a atualidade, e estudamos a evolução de cláusulas relativas à flexibilização trabalhista presentes nos acordos coletivos. Esta reconstrução histórica nos conduz a vincular estas transformações com a mutável correlação de forças entre as classes sociais.
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