Directio narrans: figuras retóricas en épocas de ¿crisis de la narración?. Un estudio sobre las prácticas de directoras/es escolares en el conurbano bonaerense

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Fecha
02/2026
Editorial
Universidad Estatal de Ponta Grossa
Revista
Olhar de Professor
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ISSN
1518-5648
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Idioma
Español
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Resumen
En el marco de una investigación doctoral en curso, en este articulo indagamos sobre las figuras retóricas empleadas por directoras/es de escuelas secundarias del conurbano bonaerense (Argentina). Discutiendo la noción de crisis narrativa, se hipotetiza que estas figuras son prácticas discursivas para fugar, resistir y criticar tensiones diarias y narrativas manageriales. Con un diseño cualitativo que incluyó entrevistas y observaciones entre los años 2022 a 2025, se conformó un corpus de 124 figuras. Los resultados muestran que, lejos de un déficit, las figuras afirman la potencia del lenguaje para problematizar la cotidianeidad. Se concluye que estas prácticas exponen las disputas de poder en torno a la narración de la dirección escolar, resignificando su sentido.
No contexto de uma pesquisa de doutorado em andamento, este artigo investiga as figuras retóricas tilizadas por diretoras/es de escolas secundárias da periferia da Grande Buenos Aires (Argentina). Discutindo a noção de crise narrativa, hipotetiza-se que essas figuras funcionam como práticas discursivas que permitem escapar, resistir e criticar tanto as tensões cotidianas quanto as narrativas gerencialistas. Com um desenho qualitativo que incluiu entrevistas e observações entre 2022 e 2025, foi constituído um corpus com 124 figuras. Os resultados mostram que, longe de expressar um déficit narrativo, essas figuras afirmam a potência da linguagem para problematizar o cotidiano. Conclui-se que tais práticas discursivas não apenas relatam uma experiência situada, mas também expõem disputas de poder em torno da narração da gestão escolar, ressignificando seu sentido e revelando modos criativos e resistentes de ser e exercer o papel diretivo em contextos de pressão e incerteza.
As part of an ongoing doctoral research project, this article explores rhetorical figures used by principals of secondary schools in the metropolitan area of Buenos Aires (Argentina). Addressing the notion of a narrative crisis, we hypothesize that these figures function as discursive practices that enable principals to evade, resist, and criticize both daily tensions and dominant managerial narratives. Using a qualitative design that included interviews and observations conducted between 2022 and 2025, a corpus of 124 rhetorical figures was constructed. The findings show that, far from indicating a narrative deficit, these figures affirm the generative power of language to problematize the everyday. We conclude that these discursive practices not only articulate situated experience but also reveal power struggles around the narration of school leadership, resignifying its meaning and exposing creative and resistant ways of enacting the role in contexts of pressure and uncertainty.
No contexto de uma pesquisa de doutorado em andamento, este artigo investiga as figuras retóricas tilizadas por diretoras/es de escolas secundárias da periferia da Grande Buenos Aires (Argentina). Discutindo a noção de crise narrativa, hipotetiza-se que essas figuras funcionam como práticas discursivas que permitem escapar, resistir e criticar tanto as tensões cotidianas quanto as narrativas gerencialistas. Com um desenho qualitativo que incluiu entrevistas e observações entre 2022 e 2025, foi constituído um corpus com 124 figuras. Os resultados mostram que, longe de expressar um déficit narrativo, essas figuras afirmam a potência da linguagem para problematizar o cotidiano. Conclui-se que tais práticas discursivas não apenas relatam uma experiência situada, mas também expõem disputas de poder em torno da narração da gestão escolar, ressignificando seu sentido e revelando modos criativos e resistentes de ser e exercer o papel diretivo em contextos de pressão e incerteza.
As part of an ongoing doctoral research project, this article explores rhetorical figures used by principals of secondary schools in the metropolitan area of Buenos Aires (Argentina). Addressing the notion of a narrative crisis, we hypothesize that these figures function as discursive practices that enable principals to evade, resist, and criticize both daily tensions and dominant managerial narratives. Using a qualitative design that included interviews and observations conducted between 2022 and 2025, a corpus of 124 rhetorical figures was constructed. The findings show that, far from indicating a narrative deficit, these figures affirm the generative power of language to problematize the everyday. We conclude that these discursive practices not only articulate situated experience but also reveal power struggles around the narration of school leadership, resignifying its meaning and exposing creative and resistant ways of enacting the role in contexts of pressure and uncertainty.
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