Fungal and mycotoxin contamination in mixed feeds: evaluating risk in cattle intensive rearing operations (Feedlots)
; Chiacchiera, Stella Maris
; Rosa, Carlos Alberto da Rocha ; Sager, Ricardo Luis ; Dalcero, Ana Maria
; Cavaglieri, Lilia Reneé 
Otros responsables
Fecha
02/2013
Editorial
Sociedade de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro
Revista
Revista Brasileira de Medicina Veterinaria
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
0100-2430
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Idioma
Inglés
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Resumen
Argentina is the fourth global beef producer. Exposure to mycotoxins through contaminated feed is a major hazard for ruminants. In the present study we assess mycobiota, aflatoxin B1 (AFB1 ), fumonisin B1 (FB1 ), deoxynivalenol (DON) and zearalenone (ZEA) levels in total mixed rations (TMRs) during two consecutive years. Total fungal counts were evaluated and fungal species were identified. Also, ability of A. flavus isolates to produce AFB1 in vitro was tested. Natural contamination with AFB1 and FB1 was quantified by HPLC. Deoxynivalenol and zearalenone were analysed by immunochromatography and TLC, respectively. Fungal counts varied from ND to 2.10 x 108 CFU/g. The prevalent genera were Aspergillus spp. (60%) and Fusarium spp. (66.7%), respectively. The prevalent species was Aspergillus fumigatus. Fifty percent of A. flavus strains produced 75 to 112.5 µg/g AFB1 . Forty- six percent of 2007 samples were contaminated with 4 to 10 µg/ kg AFB1 . Deoxynivalenol was detected in 33.3 % of the samples (≥ 1. 25 µg/g). Fumonisin B1 and ZEA were not detected. This study can be useful to estimate the mycotoxicological risk of cattle TMRs in this region and to compare results with studies from other beef-producing countries.
A Argentina é a quarta maior produtora mundial de carne. Com isso, a exposição às micotoxinas através de alimentos contaminados é um grande risco para o gado. No presente estudo a micobiota e a contaminação natural com aflatoxina B1 (AFB1), fumonisina B1 (FB1), deoxinivalenol (DON) e zearalenona (ZEA) em rações completas mistas (TMRs) para bovinos foram avaliadas durante dois anos consecutivos. As contagens totais de fungos (UFC/g) foram avaliadas e as espécies fúngicas foram identificadas. A capacidade dos A. flavus isolados para produzir AFB1 in vitro e a contaminação das rações com AFB1, FB1, DON e ZEA foram testadas. As contagens totais de fungos variaram entre não detectado (ND) e 2,10x108 UFC/g. Aspergillus spp. (60%) e Fusarium spp. (66,7%) foram os gêneros prevalentes, enquanto A. fumigatus foi à espécie isolada com maior frequencia. Cinquenta por cento dos A. flavus isolados foram produtores de 75 a 112,5 µg/g de AFB1. Quarenta e seis por cento das amostras coletadas em 2007 estavam contaminadas com 4 a 10 µg/ kg AFB1. Deoxinivalenol foi detectado em 33,3% das amostras (≥ 1,25 µg/g), enquanto FB1 e ZEA não foram detectadas. Este estudo é útil para estimar o risco de micotoxicológico das TMRs usadas na produção intensiva de gado numa das regiões produtoras de carne bovina mais importante e comparar os resultados com estudos de outros países.
A Argentina é a quarta maior produtora mundial de carne. Com isso, a exposição às micotoxinas através de alimentos contaminados é um grande risco para o gado. No presente estudo a micobiota e a contaminação natural com aflatoxina B1 (AFB1), fumonisina B1 (FB1), deoxinivalenol (DON) e zearalenona (ZEA) em rações completas mistas (TMRs) para bovinos foram avaliadas durante dois anos consecutivos. As contagens totais de fungos (UFC/g) foram avaliadas e as espécies fúngicas foram identificadas. A capacidade dos A. flavus isolados para produzir AFB1 in vitro e a contaminação das rações com AFB1, FB1, DON e ZEA foram testadas. As contagens totais de fungos variaram entre não detectado (ND) e 2,10x108 UFC/g. Aspergillus spp. (60%) e Fusarium spp. (66,7%) foram os gêneros prevalentes, enquanto A. fumigatus foi à espécie isolada com maior frequencia. Cinquenta por cento dos A. flavus isolados foram produtores de 75 a 112,5 µg/g de AFB1. Quarenta e seis por cento das amostras coletadas em 2007 estavam contaminadas com 4 a 10 µg/ kg AFB1. Deoxinivalenol foi detectado em 33,3% das amostras (≥ 1,25 µg/g), enquanto FB1 e ZEA não foram detectadas. Este estudo é útil para estimar o risco de micotoxicológico das TMRs usadas na produção intensiva de gado numa das regiões produtoras de carne bovina mais importante e comparar os resultados com estudos de outros países.
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