Lo que el GPS no registra. Diálogo de saberes y mapeo colectivo del territorio ancestral indígena de San Marcos Sierras, Córdoba
; Palladino, Lucas 
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Fecha
07/2019
Editorial
Universidad Nacional del Litoral
Revista
+E: Revista de Extensión Universitaria
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2250-4591
eISSN
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Idioma
Español
Tipo del evento
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Resumen
Nos proponemos abordar algunas experiencias y desafíos de un proyecto de extensión universitaria en el que participamos geógrafos y antropólogos de la Universidad Nacional de Córdoba desde el año 2016. El trabajo parte de entender la extensión como una construcción colectiva de conocimiento y busca, a través del “diálogo de saberes”, dar cuenta de la “pluriversidad epistemológica” implicada en las experiencias y sentidos sobre el territorio. Se pretende describir la experiencia extensionista en el marco del mapeo de sitios indígenas que abarca un relevamiento con técnicas de georrelevamiento, pero también de mapeos sociales y colaborativos mediados por el enfoque etnográfico. A partir de ello, se reflexiona sobre el aporte de este tipo de trabajos a una concepción crítica de la noción de territorio y sus herramientas de análisis y representación.
We propose to address some experiences and challenges of a university extension project in which geographers and anthropologists from the National University of Córdoba have participated since 2016. The work starts from understanding extension as a collective construction of knowledge and seeks through a “dialogue of knowledge” to give an account of the “epistemological pluriversity” implied in the experiences and senses about the territory. We intend to describe this experience in the process of the mapping indigenous sites that includes a survey with geo–relevation techniques but also social and collaborative mapping mediated by the ethnographic approach. From this, we reflect on the contribution of this type of work to a critical conception of territory, and its analysis and representation tools.
Propomos abordar algumas experiências e desafios de um projeto de extensão universitária em que geógrafos e antropólogos da Universidade Nacional de Córdoba participaram desde 2016. O trabalho parte da compreensão da extensão como construção coletiva do conhecimento e busca, por meio do "diálogo de saberes", dar conta da “pluriversidade epistemológica” implícita nas experiências e sentidos sobre o território. Pretende-se descrever a experiência de extensão no âmbito do mapeamento de sites indígenas que inclui um levantamento com técnicas de geoprocessamento, mas também mapeamento social e colaborativo mediado pela abordagem etnográfica. A partir disso, refletimos sobre a contribuição desse tipo de trabalho com as comunidades indígenas para uma concepção crítica da noção de território e suas ferramentas de análise e representação.
We propose to address some experiences and challenges of a university extension project in which geographers and anthropologists from the National University of Córdoba have participated since 2016. The work starts from understanding extension as a collective construction of knowledge and seeks through a “dialogue of knowledge” to give an account of the “epistemological pluriversity” implied in the experiences and senses about the territory. We intend to describe this experience in the process of the mapping indigenous sites that includes a survey with geo–relevation techniques but also social and collaborative mapping mediated by the ethnographic approach. From this, we reflect on the contribution of this type of work to a critical conception of territory, and its analysis and representation tools.
Propomos abordar algumas experiências e desafios de um projeto de extensão universitária em que geógrafos e antropólogos da Universidade Nacional de Córdoba participaram desde 2016. O trabalho parte da compreensão da extensão como construção coletiva do conhecimento e busca, por meio do "diálogo de saberes", dar conta da “pluriversidade epistemológica” implícita nas experiências e sentidos sobre o território. Pretende-se descrever a experiência de extensão no âmbito do mapeamento de sites indígenas que inclui um levantamento com técnicas de geoprocessamento, mas também mapeamento social e colaborativo mediado pela abordagem etnográfica. A partir disso, refletimos sobre a contribuição desse tipo de trabalho com as comunidades indígenas para uma concepção crítica da noção de território e suas ferramentas de análise e representação.
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