Resistencias ambientales y feminismos territoriales frente al extractivismo agroindustrial en Argentina, ¿qué nos ha dejado la pandemia?

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Fecha
04/2022
Editorial
Universidad de los Andes
Revista
Revista de Estudios Sociales
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0123-885X
eISSN
1900-5180
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
La pandemia del COVID-19 en América Latina profundizó las desigualdades y los imaginarios de crisis socio-ecológica producida por el modelo extractivista que domina las economías de la región desde las últimas décadas. En Argentina, las resistencias a dicho modelo están encabezadas por el campesinado-indígena organizado frente a procesos de acaparamiento de tierras. Aquí abordamos el rol de los feminismos dentro de estas propuestas territoriales durante la coyuntura de la pandemia, analizando el caso de las mujeres en el Movimiento Nacional Campesino Indígena (MNCI). Partiendo de un enfoque etnográfico con activistas de base y del análisis cualitativo de pronunciamientos públicos, reflexionamos sobre su posicionamiento como portavoces de alternativas críticas al neoliberalismo, mediante alianzas estratégicas con amplios sectores del Sur Global.
In Latin America, the covid-19 pandemic has deepened inequalities and perceptions of the socio-ecological crisis produced by the extractivist model that has dominated the region’s economies for the last few decades. In Argentina, resistance to this modelis ledby indigenouspeasantfarmersorganisedinthefaceoflandgrabbingprocesses. We address the role of feminisms within these territorial proposals during the pandemic, analyzing the case of women in the National Indigenous Peasant Movement (MNCI). Using an ethnographic approach with grassroots activists and qualitative analysis of public statements, we reflect on their positioning as spokespersons for critical alternatives to neoliberalism,through strategic allianceswith broad sectors of theGlobal South.
A pandemia de covid-19 na América Latina aprofundou as desigualdades e os imaginários de crise socioecológica produzida pelo modelo extrativista que vemdominando as economias da região nas últimas décadas. Na Argentina, a resistência a esse modelo é liderada pelos camponeses-indígenas organizados contra os processos de grilagem de terras. Aqui abordamos o papel do feminismo dentro dessas propostas territoriais durante a pandemia, analisando o caso das mulheres no Movimento Nacional Camponês Indígena (MNCI). A partir de uma abordagem etnográfica com ativistas de base e da análise qualitativa de pronunciamentos públicos, refletimos sobre seus posicionamentos como porta-vozes de alternativas críticas ao neoliberalismo, por meio de alianças estratégicas com amplos setores do Sul Global.
In Latin America, the covid-19 pandemic has deepened inequalities and perceptions of the socio-ecological crisis produced by the extractivist model that has dominated the region’s economies for the last few decades. In Argentina, resistance to this modelis ledby indigenouspeasantfarmersorganisedinthefaceoflandgrabbingprocesses. We address the role of feminisms within these territorial proposals during the pandemic, analyzing the case of women in the National Indigenous Peasant Movement (MNCI). Using an ethnographic approach with grassroots activists and qualitative analysis of public statements, we reflect on their positioning as spokespersons for critical alternatives to neoliberalism,through strategic allianceswith broad sectors of theGlobal South.
A pandemia de covid-19 na América Latina aprofundou as desigualdades e os imaginários de crise socioecológica produzida pelo modelo extrativista que vemdominando as economias da região nas últimas décadas. Na Argentina, a resistência a esse modelo é liderada pelos camponeses-indígenas organizados contra os processos de grilagem de terras. Aqui abordamos o papel do feminismo dentro dessas propostas territoriais durante a pandemia, analisando o caso das mulheres no Movimento Nacional Camponês Indígena (MNCI). A partir de uma abordagem etnográfica com ativistas de base e da análise qualitativa de pronunciamentos públicos, refletimos sobre seus posicionamentos como porta-vozes de alternativas críticas ao neoliberalismo, por meio de alianças estratégicas com amplos setores do Sul Global.
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