Trabajo en común: Formas autóctonas de economía política, desde el interior cordobés

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Fecha
04/2020
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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Institución organizadora
ISSN
0327-3776
eISSN
1850-275X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
¿Qué es lo que la creatividad política de los pueblos del interior tiene para decirnos de las posibilidades de lo político? ¿Qué es lo que la creatividad económica de la gente tierra adentro tiene para decirnos de la naturaleza y posibilidades de lo económico? Las comisiones vecinales del interior cordobés trabajan. Despliegan incesantes flujos de energía colectiva orientados a (re)producir sus condiciones de existencia y mantener la vida andando. En ese camino, proponemos, ponen en práctica un modelo autóctono de economía política que asigna responsabilidades y derechos diferenciales a la gente y al municipio, a la Sociedad y al Estado local. Estas páginas exploran etnográficamente algunos eventos de esa economía política en su discurrir cotidiano; en particular, los modos en que una serie de procesos de (co)producción de riqueza habilitan la creación de “lo común” como experiencia y modalidad de relación entre personas y entre personas y cosas. Al igual que en otros lugares, en estos pueblos, soberanía económica y autonomía política se producen y traducen recíprocamente, como dos caras de una misma moneda.
What can the political creativity of inland villages tell us about the possibilities of politics? What can the economic creativity of inland residents tell us about the nature and possibilities of economy? Neighborhood committees in inland Córdoba (Argen-tina) work. They unfold incessant flows of collective energy for the (re)production of everyday existence. While doing so, we argue, they put into practice a native model of political economy that assigns different rights and responsibilities to the people and the municipality; to society and the local state. Through an ethnographic approach, this article explores this political economy in its daily life: how processes of (co)production of value enable the social creation of common goods and, therefore, of “the common” as an experience and modality of relationship between people, and between people and things. As in other places, in these towns of Argentina, economic sovereignty and political autonomy are reciprocally produced and translated, as if they were two sides of the same coin.
¿O que é que a criatividade política dos povoados do interior tem a nos dizer sobre as possibilidades do político? ¿O que é que a criatividade econômica das populações do interior tem a nos dizer sobre a natureza e possibilidades do econômico? As comissões de vizinhos do interior da Província de Córdoba, Argentina, trabalham. Desenvolvem incessantes fluxos de energia coletiva orientados a (re)produzir suas condições de existência e assim manter a vida andando. Nesse caminho, propormos, eles realizam um modelo autóctone de economia política que atribui responsabilidades e direitos diferenciais ao povo, á prefeitura, á Sociedade e ao Estado local. Este artigo explora etnograficamente alguns eventos dessa economia política na sua dimensão cotidiana; em particular, os modos em que una série de processos de (co)produção de riqueza habilitam a criação do “comum” como experiência e modalidades de relação entre as pessoas e as pessoas com as coisas. Como acontece em outros lugares, e na vida dos povoados, soberania econômica e autonomia política se produzem e traduzem reci-procamente, como as duas faces de una mesma moeda.
What can the political creativity of inland villages tell us about the possibilities of politics? What can the economic creativity of inland residents tell us about the nature and possibilities of economy? Neighborhood committees in inland Córdoba (Argen-tina) work. They unfold incessant flows of collective energy for the (re)production of everyday existence. While doing so, we argue, they put into practice a native model of political economy that assigns different rights and responsibilities to the people and the municipality; to society and the local state. Through an ethnographic approach, this article explores this political economy in its daily life: how processes of (co)production of value enable the social creation of common goods and, therefore, of “the common” as an experience and modality of relationship between people, and between people and things. As in other places, in these towns of Argentina, economic sovereignty and political autonomy are reciprocally produced and translated, as if they were two sides of the same coin.
¿O que é que a criatividade política dos povoados do interior tem a nos dizer sobre as possibilidades do político? ¿O que é que a criatividade econômica das populações do interior tem a nos dizer sobre a natureza e possibilidades do econômico? As comissões de vizinhos do interior da Província de Córdoba, Argentina, trabalham. Desenvolvem incessantes fluxos de energia coletiva orientados a (re)produzir suas condições de existência e assim manter a vida andando. Nesse caminho, propormos, eles realizam um modelo autóctone de economia política que atribui responsabilidades e direitos diferenciais ao povo, á prefeitura, á Sociedade e ao Estado local. Este artigo explora etnograficamente alguns eventos dessa economia política na sua dimensão cotidiana; em particular, os modos em que una série de processos de (co)produção de riqueza habilitam a criação do “comum” como experiência e modalidades de relação entre as pessoas e as pessoas com as coisas. Como acontece em outros lugares, e na vida dos povoados, soberania econômica e autonomia política se produzem e traduzem reci-procamente, como as duas faces de una mesma moeda.
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