Estudios de juventud en el Cono Sur: Epistemologías que persisten, desaprendizajez pendientes y compromiso intelectual: una reflexión en clave de género

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Fecha
06/2015
Editorial
Universidad de Chile. Facultad de Ciencias Sociales
Revista
Ultima Década
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ISSN
0717-4691
eISSN
0718-2236
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Idioma
Español
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Resumen
Como parte de una exploración más amplia en curso, referida a las gramáticas epistemológicas que traman el campo de estudios de juventud en mi país, Argentina, con especial atención en los presupuestos ideológicos allí presentes alrededor del vínculo entre clase, género y edad, en este trabajo sistematizo algunas de las reflexiones que vengo produciendo en estas materias y que conectan con la invitación de los/as colegas chilenos/as a repensar, en el contexto actual de nuestros países del Cono Sur, los «marcadores» que mejor definirían, hoy, a los/as sujetos en tanto jóvenes. Esbozo, asimismo, algunos de los desafíos que enfrentan nuestras prácticas investigativas y nuestro compromiso intelectual en estas nuevas condiciones.
Neste trabalho sistematizo algumas de minhas reflexões sobre as gramáticas epistemológicas que projetam o campo dos estudos de juventude em meu país, Argentina, como parte de uma exploração mais ampla em andamento centrada nos pressupostos ideológicos ali presentes em torno à relação entre classe, gênero e idade. Isto em sintonia com o convite dos/das colegas chilenos/as a repensar os «marcadores» que melhor definem, hoje, os/as sujeitos jovens no contexto atual de nossos países do Cone Sul. Esboço, de igual maneira, alguns dos desafios enfrentados por nossas práticas de pesquisa e nosso compromisso intelectual nestas novas condições.
The present work is the systematization of some of my reflections on the epistemological guidelines of the field of youth studies in my native Argentina, as a part of a wider, in-process exploration focused on the ideological assumptions of the connection among stratus, gender and age. In tune with the invitation made by my Chilean male and female colleagues to rethink today's best-defining youth «markers» in the current situation of our southern cone countries, I outline some challenges our investigative practices are faced with, and the intellectual commitment we made under this new scenario.
Neste trabalho sistematizo algumas de minhas reflexões sobre as gramáticas epistemológicas que projetam o campo dos estudos de juventude em meu país, Argentina, como parte de uma exploração mais ampla em andamento centrada nos pressupostos ideológicos ali presentes em torno à relação entre classe, gênero e idade. Isto em sintonia com o convite dos/das colegas chilenos/as a repensar os «marcadores» que melhor definem, hoje, os/as sujeitos jovens no contexto atual de nossos países do Cone Sul. Esboço, de igual maneira, alguns dos desafios enfrentados por nossas práticas de pesquisa e nosso compromisso intelectual nestas novas condições.
The present work is the systematization of some of my reflections on the epistemological guidelines of the field of youth studies in my native Argentina, as a part of a wider, in-process exploration focused on the ideological assumptions of the connection among stratus, gender and age. In tune with the invitation made by my Chilean male and female colleagues to rethink today's best-defining youth «markers» in the current situation of our southern cone countries, I outline some challenges our investigative practices are faced with, and the intellectual commitment we made under this new scenario.
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