Capítulo de Libro

Clube da luta, duas décadas depois: apontamentos. sobre a modernidade, o individualismo e o efêmero

Gomes, Iván ; Quintão de Almeida, Felipe ; Galak, Eduardo Icon

Fecha

2021

Editorial

Biblos

Revista

Título del libro

Cuerpos, políticas y estéticas. Artefactos culturales, arte y educación

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ISSN

eISSN

ISBN

978-987-691-939-5

Idioma

Portugués

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Resumen

Este artigo oferece um comentário sobre o aclamado longa metragem Clube da luta, filme dirigido por David Fincher e estrelado por Brad Pitt, Edward Norton e Helen Bonham Carter. O protagonista é um homem “sem nome” de classe média que vive em função do seu trabalho, numa empresa de seguros. Este homem é uma representação do cidadão comum, que vive para trabalhar e juntar dinheiro para depois gastar em coisas que não precisa, mas que a sociedade o pressiona a ter. Ao sofrer de insônias, sua saúde mental fica debilitada pela falta de descanso. Solitário, passa seu tempo livre comprando roupas caras e peças de decoração para sua casa, numa tentativa de preencher o vazio que há em si. Sua vida se transforma quando “conhece” Tyler, um fabricante de sabonetes com uma filosofia de vida singular, que o impressiona e intriga. A parceria perfeita é comprometida quando uma mulher, Marla, atrai a atenção de Tyler. Juntos, os personagens interpretados por Norton e Pitt organizam um clube não institucionalizado de lutas entre homens que só querem sentir a vertigem de algo novo.

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