Según el favor del viento. Paisajes sonoros en el cine brasileño: de Rocha a Mascaro

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Fecha
12/2018
Editorial
Pontificia Universidad Católica de Chile. Facultad de Comunicaciones
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0719-3661
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Español
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Resumen
Este artículo analiza comparativamente los films Barravento (1962), primer largometraje de Glauber Rocha, emblemático del Cinema Novo, y Ventos de agosto (2014) de Gabriel Mascaro, del Novíssimo Cinema Brasileiro. El foco puesto en el viento busca pensar los modos de figurar la relación entre el cine y lo político. Estas dos películas capturan el rumbo del viento desde dimensiones opuestas -la violencia o la vacuidad, la tempestad o la brisa arremolinada- que permiten ensayar una reflexión sobre las formas de lo sensible a partir de las dinámicas de lo imperceptible.
This article comparatively analyzes the films Barravento (1962), the first film by Glauber Rocha, emblematic of Cinema Novo, and Ventos de agosto (2014), by Gabriel Mascaro, from the Novíssimo Cinema Brasileiro. The focus on the wind seeks to think the relationship between cinema and politics. These two films capture the course of the wind from opposite dimensions –violence or emptiness, the storm or the swirling breeze– that allow us to reflect on the forms of the sensible from the dynamics of the imperceptible.
O artigo analisa comparativamente os filmes Barravento (1962), o primeiro de Glauber Rocha, emblemático do Cinema Novo, e Ventos de agosto (2014) de Gabriel Mascaro, do Novíssimo Cinema Brasileiro. O foco colocado no vento procura pensar sobre as formas de mostrar a relação entre cinema e política. São dois filmes que captam o curso do vento a partir de dimensões opostas –violência ou vazio, a tempestade ou a brisa em espiral– que permitem ensaiar uma reflexão sobre as formas do sensível a partir da dinâmica do imperceptível.
This article comparatively analyzes the films Barravento (1962), the first film by Glauber Rocha, emblematic of Cinema Novo, and Ventos de agosto (2014), by Gabriel Mascaro, from the Novíssimo Cinema Brasileiro. The focus on the wind seeks to think the relationship between cinema and politics. These two films capture the course of the wind from opposite dimensions –violence or emptiness, the storm or the swirling breeze– that allow us to reflect on the forms of the sensible from the dynamics of the imperceptible.
O artigo analisa comparativamente os filmes Barravento (1962), o primeiro de Glauber Rocha, emblemático do Cinema Novo, e Ventos de agosto (2014) de Gabriel Mascaro, do Novíssimo Cinema Brasileiro. O foco colocado no vento procura pensar sobre as formas de mostrar a relação entre cinema e política. São dois filmes que captam o curso do vento a partir de dimensões opostas –violência ou vazio, a tempestade ou a brisa em espiral– que permitem ensaiar uma reflexão sobre as formas do sensível a partir da dinâmica do imperceptível.
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