Algunas reflexiones en torno a las políticas de la negatividad en el giro anti-social de los estudios queer y del afropesimismo negro

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07/2024
Editorial
Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais
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1518-0689
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Español
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Resumen
Este artículo explora las relaciones entre dos perspectivas críticas de las políticas de la hegemonía en los movimientos lgbt y antirracistas: el giro anti-social de la teoría queer y el afropesimismo en los estudios negros. Ambas teorías comparten un interés por comprender la negatividad y su sentido disolutorio como inherente al sexo y/o a la raza, así como una visión anti-identitaria, no relacional e inarticulable de la queeridad y la negritud. Indagaremos en el trabajo de Lee Edelman, que es central para el giro anti-social en la teoría queer en su anti-reproductivismo y anti-futurismo, provocando algunos cruces con el afropesimismo de Frank Wilderson III, que entiende la negritud como una posición estructural de abyección y muerte social, irreductible a las articulaciones hegemónicas y contra-hegemónicas. Este diálogo nos conduce a la pregunta por si es posible encontrar una dimensión generativa de la política, más allá del rechazo de los autores a seguir esta dirección.
Este artigo explora as relações entre duas perspectivas críticas sobre as políticas de hegemonia nos movimentos LGBT e antirracistas: a virada antissocial da teoria queer e o afropessimismo nos estudos negros. Ambas as teorias partilham um interesse em compreender a negatividade e o seu significado dissolvente como inerente ao sexo e/ou raça, bem como uma visão anti-identitária, não relacional e inarticulável da queeridade e da negritude. Investigaremos a obra de Lee Edelman, central na virada antissocial da teoria queer em seu antirreprodutivismo e antifuturismo, provocando algumas interse-ções com o afropessimismo de Frank Wilderson III, que entende a negritude como uma posição estrutural. de abjeção e morte social, irredutíveis a articulações hegemônicas e contra-hegemônicas. Este diálogo leva-nos à questão de saber se é possível encontrar uma dimensão generativa da política, para além da recusa dos autores em seguir esta direção.
This article explores the relationships between two critical perspectives on the politics of hegemony in the LGBT and anti-racist movements: the anti-social turn of queer theory and Afropessimism in black studies. Both theories share an interest in understanding negativity and its dissolving meaning as inherent to sex and/or race, as well as an anti-identitarian, non-relational and inarticulable vision of queerness and blackness. We will investigate the work of Lee Edelman, which is central to the anti-social turn in queer theory in its antireproductivism and anti-futurism, provoking some intersections with the afropessimism of Frank Wilderson III, who understands blackness as a structural position. of abjection and social death, irreducible to hegemonic and counter-hegemonic articulations. This dialogue leads us to the question of whether it is possible to find a generative dimension of politics, beyond the authors' refusal to follow this direction.
Este artigo explora as relações entre duas perspectivas críticas sobre as políticas de hegemonia nos movimentos LGBT e antirracistas: a virada antissocial da teoria queer e o afropessimismo nos estudos negros. Ambas as teorias partilham um interesse em compreender a negatividade e o seu significado dissolvente como inerente ao sexo e/ou raça, bem como uma visão anti-identitária, não relacional e inarticulável da queeridade e da negritude. Investigaremos a obra de Lee Edelman, central na virada antissocial da teoria queer em seu antirreprodutivismo e antifuturismo, provocando algumas interse-ções com o afropessimismo de Frank Wilderson III, que entende a negritude como uma posição estrutural. de abjeção e morte social, irredutíveis a articulações hegemônicas e contra-hegemônicas. Este diálogo leva-nos à questão de saber se é possível encontrar uma dimensão generativa da política, para além da recusa dos autores em seguir esta direção.
This article explores the relationships between two critical perspectives on the politics of hegemony in the LGBT and anti-racist movements: the anti-social turn of queer theory and Afropessimism in black studies. Both theories share an interest in understanding negativity and its dissolving meaning as inherent to sex and/or race, as well as an anti-identitarian, non-relational and inarticulable vision of queerness and blackness. We will investigate the work of Lee Edelman, which is central to the anti-social turn in queer theory in its antireproductivism and anti-futurism, provoking some intersections with the afropessimism of Frank Wilderson III, who understands blackness as a structural position. of abjection and social death, irreducible to hegemonic and counter-hegemonic articulations. This dialogue leads us to the question of whether it is possible to find a generative dimension of politics, beyond the authors' refusal to follow this direction.
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