(Des)bovinización, (des)serranización y solidaridad en las Sierras de Córdoba, Argentina (2000-2020)
; Balmaceda, Nadia Alexandra 
Otros responsables
Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Estadual de Goiás
Revista
Redis
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
2965-3991
eISSN
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Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
¿Cuál es el estado de la población rural serrana dispersa en relación a la pequeña producción ganadera serrana y ante el avance inmobiliario, turístico y minero de canteras en los departamentos Totoral, Punilla, Colón, Calamuchita y Santa María en la Provincia de Córdoba? En los territorios del dominio morfoclimático del Chaco Serrano, en la porción oriental, las territorialidades presentes no sólo son modeladoras del paisaje en la reproducción del capital, sino también las generadoras de conflictos sociales por los alimentos, el agua y la tierra, como los que existen en la región de las Sierras Chicas donde el despoblamiento serrano a fuerza de incendios, desmontes y destrucción de cuencas hídricas está desterritorializando a las pequeñas familias agroganaderas que históricamente allí habitan. Mediante entrevistas, relevamientos a campo, análisis de marcos normativos y fuentes periodísticas documentamos aquí la (des)serranización en curso. Una desterritorialización de la vida serrana y de las prácticas ganaderas bovinas familiares cada vez mayor ante el avance urbano-inmobiliario, la megaminería de canteras, las actividades recreativas/turísticas y aquellas que tienden al cobro de planes de conservación ambiental priorizando los servicios ambientales y turísticos con campos despoblados, en detrimento del hábitat y las prácticas agroculturales serranas. Un proceso desterritorializador que está conllevando resistencias y re-existencias serranas sostenidas por la alimentación y la solidaridad urbano-rural contra el acaparamiento de la tierra, el avance extractivista minero y del negocio inmobiliario con graves consecuencias en los ecosistemas, en las economías locales y en los daños a la disponibilidad de agua en las cuencas hídricas.
Qual é a situação da população rural dispersa nas terras altas em relação à pecuária de pequena escala e ao avanço do mercado imobiliário, do turismo e da extração mineral nos departamentos de Totoral, Punilla, Colón, Calamuchita e Santa María, na província de Córdoba? Nos territórios da zona morfoclimática do Chaco Serrano, na porção leste das Terras Altas Pampeanas, as estruturas territoriais existentes não apenas moldam a paisagem na reprodução do capital, mas também geram conflitos sociais por alimentos, água e terra, como os que existem na região das Sierras Chicas, onde o despovoamento das terras altas por meio de queimadas controladas, desmatamento e destruição de bacias hidrográficas está deslocando as pequenas famílias de agricultores que historicamente ali viviam. Por meio de entrevistas, pesquisas de campo, análise de marcos regulatórios e fontes jornalísticas, documentamos aqui a (des)serranização em curso. A desterritorialização da vida nas montanhas e das práticas tradicionais de criação de gado familiar ocorre cada vez mais em resposta ao desenvolvimento urbano e imobiliário, à extração mineral em larga escala, às atividades recreativas/turísticas e às iniciativas que priorizam serviços ambientais e turísticos em áreas despovoadas, comprometendo, assim, o habitat e as práticas agrícolas das montanhas. Esse processo de desterritorialização gera resistência e resiliência nas regiões montanhosas, sustentadas pela segurança alimentar e pela solidariedade urbano-rural contra a grilagem de terras, a expansão da mineração e o desenvolvimento imobiliário, que têm sérias consequências para os ecossistemas, as economias locais e a disponibilidade de água nas bacias hidrográficas.
What is the situation of the dispersed rural population in the highlands in relation to small-scale livestock production and the advance of real estate, tourism, and quarrying in the departments of Totoral, Punilla, Colón, Calamuchita, and Santa María in the Province of Córdoba? In the territories of the Chaco Serrano morphoclimatic zone, in the eastern portion of the Pampean Highlands, existing territorial structures not only shape the landscape in the reproduction of capital, but also generate social conflicts over food, water, and land, such as those that exist in the Sierras Chicas region, where the depopulation of the highlands through intentional fires, deforestation, and destruction of watersheds is displacing the small farming families who have historically lived there. Through interviews, field surveys, analysis of regulatory frameworks, and journalistic sources, we document here the ongoing (de)serranization. The deterritorialization of mountain life and traditional family cattle farming practices is increasingly occurring in the face of urban and real estate development, large-scale quarrying, recreational/tourist activities, and initiatives that prioritize environmental and tourism services through depopulated areas, thus undermining the habitat and agricultural practices of the mountains. This deterritorialization process is leading to resistance and resilience in the mountains, sustained by food security and urban-rural solidarity against land grabbing, the expansion of mining and real estate development, which have serious consequences for ecosystems, local economies, and water availability in watersheds.
Qual é a situação da população rural dispersa nas terras altas em relação à pecuária de pequena escala e ao avanço do mercado imobiliário, do turismo e da extração mineral nos departamentos de Totoral, Punilla, Colón, Calamuchita e Santa María, na província de Córdoba? Nos territórios da zona morfoclimática do Chaco Serrano, na porção leste das Terras Altas Pampeanas, as estruturas territoriais existentes não apenas moldam a paisagem na reprodução do capital, mas também geram conflitos sociais por alimentos, água e terra, como os que existem na região das Sierras Chicas, onde o despovoamento das terras altas por meio de queimadas controladas, desmatamento e destruição de bacias hidrográficas está deslocando as pequenas famílias de agricultores que historicamente ali viviam. Por meio de entrevistas, pesquisas de campo, análise de marcos regulatórios e fontes jornalísticas, documentamos aqui a (des)serranização em curso. A desterritorialização da vida nas montanhas e das práticas tradicionais de criação de gado familiar ocorre cada vez mais em resposta ao desenvolvimento urbano e imobiliário, à extração mineral em larga escala, às atividades recreativas/turísticas e às iniciativas que priorizam serviços ambientais e turísticos em áreas despovoadas, comprometendo, assim, o habitat e as práticas agrícolas das montanhas. Esse processo de desterritorialização gera resistência e resiliência nas regiões montanhosas, sustentadas pela segurança alimentar e pela solidariedade urbano-rural contra a grilagem de terras, a expansão da mineração e o desenvolvimento imobiliário, que têm sérias consequências para os ecossistemas, as economias locais e a disponibilidade de água nas bacias hidrográficas.
What is the situation of the dispersed rural population in the highlands in relation to small-scale livestock production and the advance of real estate, tourism, and quarrying in the departments of Totoral, Punilla, Colón, Calamuchita, and Santa María in the Province of Córdoba? In the territories of the Chaco Serrano morphoclimatic zone, in the eastern portion of the Pampean Highlands, existing territorial structures not only shape the landscape in the reproduction of capital, but also generate social conflicts over food, water, and land, such as those that exist in the Sierras Chicas region, where the depopulation of the highlands through intentional fires, deforestation, and destruction of watersheds is displacing the small farming families who have historically lived there. Through interviews, field surveys, analysis of regulatory frameworks, and journalistic sources, we document here the ongoing (de)serranization. The deterritorialization of mountain life and traditional family cattle farming practices is increasingly occurring in the face of urban and real estate development, large-scale quarrying, recreational/tourist activities, and initiatives that prioritize environmental and tourism services through depopulated areas, thus undermining the habitat and agricultural practices of the mountains. This deterritorialization process is leading to resistance and resilience in the mountains, sustained by food security and urban-rural solidarity against land grabbing, the expansion of mining and real estate development, which have serious consequences for ecosystems, local economies, and water availability in watersheds.
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