Lugares de memoria en la literatura de Laura Alcoba

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Fecha
09/2020
Editorial
Associação Brasileira de Hispanistas
Revista
Abehache
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
2238-3026
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Idioma
Español
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Resumen
Los lugares de memoria refieren, desde Pierre NORA (1984), a objetos simbólicos que fijan un modelo de representación del pasado mediante procesos dinámicos y plurales. En este trabajo se revisan las principales representaciones sobre la Casa Mariani-Teruggi, una central clandestina de Montoneros en la que fueron desaparecidas seis personas durante la última dictadura militar en Argentina. Laura Alcoba revisita la casa como un lugar de memoria en las fronteras entre la realidad y la ficción, entre el arte y la política. En esa dirección, se focaliza la lectura de La casa de los conejos ([2008] 2010) considerando la centralidad del cronotopos (BAJTÍN 1989) de la casa operativa. Finalmente, se trabajan las vinculaciones trazadas entre esta primera novela, El azul de las abejas (2014) y La danza de la araña (2017), que configuran una trilogía sobre la experiencia de la infancia entre la dictadura y el exilio.
Os lugares da memória se referem, desde Pierre NORA (1984), a objetos simbólicos que fixam um modelo de representação do passado através de processos dinâmicos e plurais. Neste trabalho revisam-se as principais representações sobre a Casa Mariani-Teruggi, uma central clandestina de Montoneros onde desapareceram seis pessoas durante a última ditadura militar na Argentina. Laura Alcoba revisita a casa como um lugar de memória nas fronteiras entre a realidade e a ficção, entre a arte e a política. Nessa direção, se focaliza na leitura de La casa de los conejos ([2008] 2010) considerando a centralidade do cronotopos (BAJTIN 1989) da casa operativa. Finalmente, se trabalham as ligações traçadas entre essa primeira novela, El azul de las abejas (2014) e La danza de la araña (2017), que configuram uma trilogia sobre a experiência da infância entre a ditadura e o exílio.
Os lugares da memória se referem, desde Pierre NORA (1984), a objetos simbólicos que fixam um modelo de representação do passado através de processos dinâmicos e plurais. Neste trabalho revisam-se as principais representações sobre a Casa Mariani-Teruggi, uma central clandestina de Montoneros onde desapareceram seis pessoas durante a última ditadura militar na Argentina. Laura Alcoba revisita a casa como um lugar de memória nas fronteiras entre a realidade e a ficção, entre a arte e a política. Nessa direção, se focaliza na leitura de La casa de los conejos ([2008] 2010) considerando a centralidade do cronotopos (BAJTIN 1989) da casa operativa. Finalmente, se trabalham as ligações traçadas entre essa primeira novela, El azul de las abejas (2014) e La danza de la araña (2017), que configuram uma trilogia sobre a experiência da infância entre a ditadura e o exílio.
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