¿Cómo es el dolor? Indagaciones médicas, registros y etiologías del dolor en cuidados paliativos pediátricos

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Fecha
06/2019
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Cuadernos de Antropología Social
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Institución organizadora
ISSN
0327-3776
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Idioma
Español
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Resumen
El artículo trata sobre las construcciones del dolor infantil que realiza un equipo de Cuidados Paliativos Pediátrico de un hospital público especializado de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. Con un trabajo de campo etnográfico realizado durante el año 2015, se describen las dificultades al tratar el dolor como objeto de intervención/investigación. Se describen además, las indagaciones médicas para cualificar y explicar el origen del dolor y el uso de alegorías en esa labor. Se concluye que el dolor es un elemento de poder para estas paliativistas, el leitmotiv de su trabajo, su identidad y su expertise y sus definiciones no son ni simples ni acabadas.
The article addresses the constructions of infantile pain by a Pediatric Palliative Care team in a specialized public hospital in the Autonomous City of Buenos Aires. From ethnographic fieldwork during 2015, I describe the difficulties in treating pain as an object of intervention/research. I also describe medical inquiries to qualify and explain the origin of pain and the use of allegories in this work. It is concluded that pain is a social relationship that is built in feeling, in being affected and treated, and in affecting and treating. In this relationship, children’s suffering bodies take on a leading role, being co-constitutive of the therapeutic relationship of relief.
O artigo examina as construções da dor infantil que uma equipe de Cuidados Paliativos Pediátricos realiza num hospital público especializado na Cidade Autônoma de Buenos Aires, República Argentina. Através de um trabalho de campo etnográfico realizado em 2015, são descritas as dificuldades no tratamento da dor como objeto de intervenção/pesquisa. Também são descritas as consultas médicas para qualificar e explicar a origem da dor e o uso de alegorias nessa dinâmica. Conclui-se que a dor é uma relação social que se baseia no sentir, em ser afetado e tratado, e em afetar e tratar. Nessa relação, o sofrimento dos corpos das crianças assume um papel de liderança ao ser co-constitutivo da relação terapêutica do alívio.
The article addresses the constructions of infantile pain by a Pediatric Palliative Care team in a specialized public hospital in the Autonomous City of Buenos Aires. From ethnographic fieldwork during 2015, I describe the difficulties in treating pain as an object of intervention/research. I also describe medical inquiries to qualify and explain the origin of pain and the use of allegories in this work. It is concluded that pain is a social relationship that is built in feeling, in being affected and treated, and in affecting and treating. In this relationship, children’s suffering bodies take on a leading role, being co-constitutive of the therapeutic relationship of relief.
O artigo examina as construções da dor infantil que uma equipe de Cuidados Paliativos Pediátricos realiza num hospital público especializado na Cidade Autônoma de Buenos Aires, República Argentina. Através de um trabalho de campo etnográfico realizado em 2015, são descritas as dificuldades no tratamento da dor como objeto de intervenção/pesquisa. Também são descritas as consultas médicas para qualificar e explicar a origem da dor e o uso de alegorias nessa dinâmica. Conclui-se que a dor é uma relação social que se baseia no sentir, em ser afetado e tratado, e em afetar e tratar. Nessa relação, o sofrimento dos corpos das crianças assume um papel de liderança ao ser co-constitutivo da relação terapêutica do alívio.
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