Crítica situada: cuatro postulados sobre el trabajo de la crítica literaria en la cotidianeidad

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Fecha
11/2021
Editorial
Universidade de Brasilia
Revista
Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea
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ISSN
eISSN
2316-4018
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo consiste en una serie de lineamientos dirigidos a repensar nuestro lugar de habla en tanto críticos literarios en función de establecer un diálogo atractivo y efectivo con la cotidianeidad. Se parte de una idea de crítica literaria “situada” pensada más que como una disciplina, como una práctica que permite activar sensibilidades sobre lo establecido, por lo que crea otras formas de imaginarlo. La hipótesis principal afirma que los estudiosos de la literatura deben pensarse a partir de cuatro identidades: la de escritores, la de archivistas, la de etnógrafos y la de difusores. A partir de ahí, se analizan las producciones de Josefina Ludmer, Regina Dalcastagnè, Sylvia Molloy y Víctor Vich prestando atención a sus operaciones alrededor del canon hegemónico y sus metodologías específicas de trabajo.
This article consists of a series of guidelines aimed at rethinking our place of speech as literary critics in order to establish an attractive and effective dialogue with cotidianity. It is structured from an idea of “situated” literary criticism thought more than as a discipline, as a practice that allows activating sensitivities about what is established by creating other ways of imagining it. The main hypothesis states that professionals of literature must be thinked from four identities: that of writers, that of archivists, that of ethnographers and that of diffusers. From there, the productions of Josefina Ludmer, Regina Dalcastagnè, Sylvia Molloy and Víctor Vich are analyzed, paying attention to their operations around the hegemonic canon and their specific work methodologies.
Este artigo consiste em uma série de alinhamentos que visam repensar nosso lugar de fala como críticos literários, a fim de estabelecer um diálogo atraente e efetivo com a cotidianidade. Parte-se de uma ideia de crítica literária “situada” pensada mais do que como disciplina, como prática que permite ativar sensibilidades sobre o estabelecido, criando outras formas de imaginá-lo. A hipótese principal afirma que os estudiosos de literatura devem ser pensados a partir de quatro identidades: a dos escritores, a dos arquivistas, a dos etnógrafos e a dos difusores. A partir daí, são analisadas as produções de Josefina Ludmer, Regina Dalcastagnè, Sylvia Molloy e Víctor Vich, prestando atenção nas suas operações em torno do cânone hegemônico e suas metodologias de trabalho específicas.
This article consists of a series of guidelines aimed at rethinking our place of speech as literary critics in order to establish an attractive and effective dialogue with cotidianity. It is structured from an idea of “situated” literary criticism thought more than as a discipline, as a practice that allows activating sensitivities about what is established by creating other ways of imagining it. The main hypothesis states that professionals of literature must be thinked from four identities: that of writers, that of archivists, that of ethnographers and that of diffusers. From there, the productions of Josefina Ludmer, Regina Dalcastagnè, Sylvia Molloy and Víctor Vich are analyzed, paying attention to their operations around the hegemonic canon and their specific work methodologies.
Este artigo consiste em uma série de alinhamentos que visam repensar nosso lugar de fala como críticos literários, a fim de estabelecer um diálogo atraente e efetivo com a cotidianidade. Parte-se de uma ideia de crítica literária “situada” pensada mais do que como disciplina, como prática que permite ativar sensibilidades sobre o estabelecido, criando outras formas de imaginá-lo. A hipótese principal afirma que os estudiosos de literatura devem ser pensados a partir de quatro identidades: a dos escritores, a dos arquivistas, a dos etnógrafos e a dos difusores. A partir daí, são analisadas as produções de Josefina Ludmer, Regina Dalcastagnè, Sylvia Molloy e Víctor Vich, prestando atenção nas suas operações em torno do cânone hegemônico e suas metodologias de trabalho específicas.
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