Mujeres de circo construyendo memorias: Reflexiones en torno a un trabajo etnográfico con fotografías y medios audiovisuales
; Losada, Camila Paula 
Otros responsables
Fecha
06/2025
Editorial
Colegio de Graduados en Antropología de la República Argentina
Revista
Publicar en Antropología y Ciencias Sociales
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Institución organizadora
ISSN
eISSN
2250-7671
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Idioma
Español
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Resumen
En este trabajo reflexionamos acerca del desarrollo de un proyecto transmedia que involucró diversas actividades: la realización del documental etnográfico Las fotos de Olga. Memorias de circo (2023) que protagonizaron dos mujeres, madre e hija, artistas de “familia de circo” de carpa itinerante de Argentina; la digitalización de fotografías pertenecientes a sus álbumes familiares de entre 1920 y 1990, con imágenes de sus vidas de circo desde México hasta Argentina; la divulgación de estos materiales a través de redes sociales, exhibiciones del documental junto a una muestra fotográfica y una plataforma web -aún en elaboración-. En este artículo analizamos particularmente nuestro rol como antropólogas-realizadoras, centrándonos en lo que nos movilizó a activar archivos y memorias, las estrategias metodológicas utilizadas en las que la fotografía y el trabajo colaborativo, comprometido e implicado se convirtieron en recursos para dichas activaciones e indagamos en las potencias y complejidades que atravesamos a lo largo de nuestro trabajo. Trabajamos, además, con lo que las artistas circenses protagonistas recuerdan, silencian u olvidan a través de sus relatos y cuerpos, así como con sus motivaciones para compartir sus historias de vida, en vínculo con el lugar de subalternidad ocupado por el “circo tradicional” en el país.
In this work we reflect on the development of a transmedia project that involved various activities: the making of the ethnographic documentary Las fotos de Olga. Memorias de circo (2023) starring two women, mother and daughter, artists from the traveling tent “circus family” of Argentina; the digitization of photographs belonging to their family albums from between 1920 and 1990, with images of their circus lives from Mexico to Argentina; the dissemination of these materials through social networks, exhibitions of the documentary together with a photographic exhibition and a web platform -still in development-. In this article we particularly analyze our role as anthropologist-filmmakers, focusing on what motivated us to activate archives and memories, the methodological strategies used in which photography and collaborative, committed and involved work became resources for such activations, and we inquire into the powers and complexities we went through throughout our work.We also work with what the main circus artists remember, silence or forget through their stories and bodies, as well as with their motivations to share their life stories, in connection with the place of subalternity occupied by the “traditional circus.” in the country.
Neste trabalho refletimos sobre o desenvolvimento de um projeto transmídia que envolveu diversas atividades: a realização do documentário etnográfico Las fotos de Olga. Memorias de circo (2023), protagonizado por duas mulheres, mãe e filha artistas da tenda itinerante “família circense” da Argentina; a digitalização de fotografias pertencentes aos seus álbuns de família entre 1920 e 1990, com imagens de suas vidas circenses do México à Argentina; a divulgação desses materiais pelas redes sociais, exibição do documentário juntamente com uma exposição fotográfica e uma plataforma web - ainda em desenvolvimento. Neste artigo, analisamos em particular nosso papel como antropólogos-cineastas, enfocando o que nos mobilizou para ativar arquivos e memórias, as estratégias metodológicas usadas nas quais a fotografia e o trabalho colaborativo, comprometido e envolvido se tornaram recursos para tais ativações, e investigamos as potências e complexidades pelas quais passamos ao longo de nosso trabalho. Trabalhamos também com o que os principais artistas circenses lembram, silenciam ou esquecem através de suas histórias e corpos, bem como com suas motivações para compartilhar suas histórias de vida, em conexão com o lugar de subalternidade ocupado pelo “circo tradicional” no país.
In this work we reflect on the development of a transmedia project that involved various activities: the making of the ethnographic documentary Las fotos de Olga. Memorias de circo (2023) starring two women, mother and daughter, artists from the traveling tent “circus family” of Argentina; the digitization of photographs belonging to their family albums from between 1920 and 1990, with images of their circus lives from Mexico to Argentina; the dissemination of these materials through social networks, exhibitions of the documentary together with a photographic exhibition and a web platform -still in development-. In this article we particularly analyze our role as anthropologist-filmmakers, focusing on what motivated us to activate archives and memories, the methodological strategies used in which photography and collaborative, committed and involved work became resources for such activations, and we inquire into the powers and complexities we went through throughout our work.We also work with what the main circus artists remember, silence or forget through their stories and bodies, as well as with their motivations to share their life stories, in connection with the place of subalternity occupied by the “traditional circus.” in the country.
Neste trabalho refletimos sobre o desenvolvimento de um projeto transmídia que envolveu diversas atividades: a realização do documentário etnográfico Las fotos de Olga. Memorias de circo (2023), protagonizado por duas mulheres, mãe e filha artistas da tenda itinerante “família circense” da Argentina; a digitalização de fotografias pertencentes aos seus álbuns de família entre 1920 e 1990, com imagens de suas vidas circenses do México à Argentina; a divulgação desses materiais pelas redes sociais, exibição do documentário juntamente com uma exposição fotográfica e uma plataforma web - ainda em desenvolvimento. Neste artigo, analisamos em particular nosso papel como antropólogos-cineastas, enfocando o que nos mobilizou para ativar arquivos e memórias, as estratégias metodológicas usadas nas quais a fotografia e o trabalho colaborativo, comprometido e envolvido se tornaram recursos para tais ativações, e investigamos as potências e complexidades pelas quais passamos ao longo de nosso trabalho. Trabalhamos também com o que os principais artistas circenses lembram, silenciam ou esquecem através de suas histórias e corpos, bem como com suas motivações para compartilhar suas histórias de vida, em conexão com o lugar de subalternidade ocupado pelo “circo tradicional” no país.
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