¿Por qué siguen viviendo ahí?: Condiciones de reproducción de vida de sectores populares en el conurbano sur de Buenos Aires
; Davenport, Oliver Julián
; Bidinost, Agustín Ignacio 
Otros responsables
Fecha
11/2025
Editorial
Universidad Nacional del Nordeste. Facultad de Arquitectura
Revista
Cuaderno urbano
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1666-6186
eISSN
1853-3655
ISBN
Idioma
Español
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Palabras clave
Resumen
A partir del avance del neoliberalismo se evidenciaron transformaciones en las formas de asentamientos de los sectores más vulnerables, quienes tendieron a ubicarse en zonas intersticiales comprometidas ambientalmente. El artículo analiza las condiciones de los territorios “ambientalmente excluyentes” donde estos sectores reproducen sus vidas cotidianas, y las formas en que esas condiciones se articulan con algunas prácticas sociales que construyen a estos territorios como habitables. Para ello se construyó un andamiaje metodológico mixto en el cual, a partir de un análisis de dos barrios populares del Municipio de Quilmes (Provincia de Buenos Aires), se triangularon diversas fuentes de información. Se concluye que estos territorios “ambientalmente excluyentes” envuelven a sus poblaciones en una contradicción: condiciones de vida altamente precarizantes pero, al mismo tiempo, una posibilidad de permanencia en la ciudad.
Since the advance of neoliberalism, transformations were evident in the forms of settlement of the most vul-nerable sectors, that tended to locate in environmenta-lly compromised interstitial zones. The article analyzes the conditions of the “environmentally exclusive” terri-tories where these sectors reproduce their daily lives, and the ways in which those conditions are articulated with some social practices that construct these terri-tories as habitable. For this, a mixed methodological scaffolding was built in which, based on an analysis of two popular neighborhoods in the Municipality of Quilmes (Province of Buenos Aires), various sources of information were triangulated. It is concluded that the-se “environmentally exclusive” territories involve their populations in a contradiction: highly precarious living conditions but, at the same time, a possibility of remai-ning in the city.
Desde o avanço do neoliberalismo, ficaram evidentes as transformações nas formas de assentamentos dos setores mais vulneráveis, que tendiam a se localizar em zonas intersticiais ambientalmente comprometidas. O artigo analisa as condições dos territórios “ambien-talmente exclusivos” onde estes setores reproduzem o seu quotidiano, e as formas como essas condições se articulam com algumas práticas sociais que constroem estes territórios como habitáveis. Para isso, foi construí-do um andaime metodológico misto no qual, a partir da análise de dois bairros populares do Município de Quilmes (Província de Buenos Aires), foram triangula-das diversas fontes de informação. Conclui-se que estes territórios “ambientalmente exclusivos” envolvem as suas populações numa contradição: condições de vida altamente precárias mas, ao mesmo tempo, possibilida-de de permanência na cidade.
Since the advance of neoliberalism, transformations were evident in the forms of settlement of the most vul-nerable sectors, that tended to locate in environmenta-lly compromised interstitial zones. The article analyzes the conditions of the “environmentally exclusive” terri-tories where these sectors reproduce their daily lives, and the ways in which those conditions are articulated with some social practices that construct these terri-tories as habitable. For this, a mixed methodological scaffolding was built in which, based on an analysis of two popular neighborhoods in the Municipality of Quilmes (Province of Buenos Aires), various sources of information were triangulated. It is concluded that the-se “environmentally exclusive” territories involve their populations in a contradiction: highly precarious living conditions but, at the same time, a possibility of remai-ning in the city.
Desde o avanço do neoliberalismo, ficaram evidentes as transformações nas formas de assentamentos dos setores mais vulneráveis, que tendiam a se localizar em zonas intersticiais ambientalmente comprometidas. O artigo analisa as condições dos territórios “ambien-talmente exclusivos” onde estes setores reproduzem o seu quotidiano, e as formas como essas condições se articulam com algumas práticas sociais que constroem estes territórios como habitáveis. Para isso, foi construí-do um andaime metodológico misto no qual, a partir da análise de dois bairros populares do Município de Quilmes (Província de Buenos Aires), foram triangula-das diversas fontes de informação. Conclui-se que estes territórios “ambientalmente exclusivos” envolvem as suas populações numa contradição: condições de vida altamente precárias mas, ao mesmo tempo, possibilida-de de permanência na cidade.
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