Reflexiones sobre ontología de la etnografía: Entre la experiencia, el poder y la intersubjetividad

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Fecha
10/2022
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
0325-1217
eISSN
1851-9628
ISBN
Idioma
Español
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Resumen
Este trabajo presenta una reflexión sobre los supuestos ontológicos y epistemológicos de la Antropología y de su momento de enfrentamiento al campo: la etnografía. Para ello, presento —bajo un formato combinado de bibliografía comentada, ensayo y artículo— ideas de pensadores vinculados a la Filosofía, las Ciencias Sociales y las Humanidades que, desde el existencialismo, el empirismo radical, la fenomenología y la economía política proponen críticas sobre los modos de producción de conocimiento antropológico y sobre la ontología de la etnografía. A partir de mis propias experiencias de campo con el Pueblo Qom de Formosa, y de las rupturas epistemológicas producidas por la visita de un amigo qom a Buenos Aires, planteo un hilo conductor que rescata una crítica existencial de la disciplina antropológica. La idea es poner en cuestión el positivismo rígido de la Antropología referida como clásica, para proponer modos críticos y reflexivos hacia la concreción de la praxis de un nuevo contrato antropológico contemporáneo en nuestra disciplina.
This paper presents a reflection on the ontological and epistemological assumptions of Anthropology and its stage of encountering the field: ethnography. For this purpose, and under a combined format of commented bibliography, essay and article, I present ideas posed by philosophers, social scientists and intellectuals who critique the modes of production of anthropological knowledge and the ontology of ethnography from the perspective of existentialism, radical pragmatism, phenomenology, and political economy. From my own field experiences among the Qom population of Formosa, and the epistemological ruptures produced by the visit of a Qom friend to Buenos Aires, I propose a common thread that recovers an existential critique of the anthropological discipline. The idea is to question the rigid positivism of classical Anthropology by proposing critical and reflective paths towards the realization of the praxis for a new, contemporary anthropological contract in our discipline.
Este trabalho apresenta uma reflexão sobre os pressupostos ontológicos e epistemológicos da Antropologia e do seu momento de confronto com o campo, a etnografia. Para isso apresento- sob um formato combinado de bibliografia comentada, ensaio e artigo- ideias de filósofos, cientistas sociais e intelectuais que propõem críticas desde o existencialismo, o empirismo radical, a fenomenologia e a economia política sobre os modos de produção do conhecimento antropológico e a ontologia da etnografía. A partir das minhas próprias experiências de campo com o povo Qom de Formosa, e das rupturas epistemológicas produzidas pela visita de um amigo Qom a Buenos Aires, proponho um fio condutor que resgata uma crítica existencial da disciplina antropológica. A ideia é questionar o positivismo rígido da Antropologia conhecida como clássica e propor modos críticos e reflexivos para a concretização da práxis de um novo contrato antropológico contemporâneo na nossa disciplina.
This paper presents a reflection on the ontological and epistemological assumptions of Anthropology and its stage of encountering the field: ethnography. For this purpose, and under a combined format of commented bibliography, essay and article, I present ideas posed by philosophers, social scientists and intellectuals who critique the modes of production of anthropological knowledge and the ontology of ethnography from the perspective of existentialism, radical pragmatism, phenomenology, and political economy. From my own field experiences among the Qom population of Formosa, and the epistemological ruptures produced by the visit of a Qom friend to Buenos Aires, I propose a common thread that recovers an existential critique of the anthropological discipline. The idea is to question the rigid positivism of classical Anthropology by proposing critical and reflective paths towards the realization of the praxis for a new, contemporary anthropological contract in our discipline.
Este trabalho apresenta uma reflexão sobre os pressupostos ontológicos e epistemológicos da Antropologia e do seu momento de confronto com o campo, a etnografia. Para isso apresento- sob um formato combinado de bibliografia comentada, ensaio e artigo- ideias de filósofos, cientistas sociais e intelectuais que propõem críticas desde o existencialismo, o empirismo radical, a fenomenologia e a economia política sobre os modos de produção do conhecimento antropológico e a ontologia da etnografía. A partir das minhas próprias experiências de campo com o povo Qom de Formosa, e das rupturas epistemológicas produzidas pela visita de um amigo Qom a Buenos Aires, proponho um fio condutor que resgata uma crítica existencial da disciplina antropológica. A ideia é questionar o positivismo rígido da Antropologia conhecida como clássica e propor modos críticos e reflexivos para a concretização da práxis de um novo contrato antropológico contemporâneo na nossa disciplina.
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