“Preguntale a ChatGPT”: Las inteligencias artificiales generativas en el capitalismo digital

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Fecha
12/2025
Editorial
Universidad Nacional de La Plata
Revista
Ciencia, Tecnología y Política
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ISSN
2618-2483
eISSN
2618-3188
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo analiza las características estructurales de las Inteligencias Ar-tificiales Generativas. Económicamente, son desarrolladas con fines de lucro y esto condiciona sus otros rasgos: se sostienen en la apropiación impaga de conocimientos colectivos y generan ganancias de productividad cuya apropiación debe discutirse. Fi-losóficamente, desafían la noción de lo humano al producir efectos antes privativos de los humanos, como tomar decisiones, actuar o crear narrativas. También interpelan las emociones: imitan y manipulan afectos, generan confianza al no juzgar, ofrecen atención ilimitada y confirman expectativas previas. Presentan errores y alucinaciones, opacidad en sus procesos y falta de señales que distingan si un bien digital fue o no producido por humanos. El artículo concluye con un llamado en favor de una política desmercantilizado-ra de estas tecnologías.
This article analyzes the structural characteristics of Generative Artificial Intelligences. Economically, they are developed for profit, which conditions their other features: they are sustained by the unpaid appropriation of collective knowledge and generate productivity gains whose appropriation must be discussed. Philosophically, they challenge the notion of what it means to be human by producing effects that were previously exclusive to hu-mans, such as making decisions, acting, or creating narratives. They also appeal to emo-tions: they imitate and manipulate affections, generate trust by not passing judgement on users, offer unlimited attention, and confirm prior expectations. They present errors and hallucinations, opacity in their processes, and a lack of signals that distinguish whether or not a digital good was produced by humans. The article concludes with a call for a policy to decommodify these technologies.
Este artigo analisa as características estruturais das Inteligências Artificiais Generativas. Economicamente, elas são desenvolvidas com fins lucrativos, o que, por sua vez, con-diciona suas outras características, a saber: elas se sustentam através da apropriação não remunerada de conhecimentos coletivos e elas geram ganhos de produtividade cuja apropriação deve ser discutida. Filosoficamente, elas desafiam a noção do humano ao produzir efeitos antes exclusivamente humanos, como tomar decisões, agir ou criar narra-tivas. Elas também interpelam as emoções: imitam e manipulam afetos, geram confiança ao não julgar, oferecem atenção ilimitada e confirmam expectativas prévias. Apresentam erros e alucinações, opacidade em seus processos e falta de sinais que distingam se um bem digital foi ou não produzido por humanos. O artigo conclui com um apelo a favor de uma política de desmercantilização dessas tecnologias.
This article analyzes the structural characteristics of Generative Artificial Intelligences. Economically, they are developed for profit, which conditions their other features: they are sustained by the unpaid appropriation of collective knowledge and generate productivity gains whose appropriation must be discussed. Philosophically, they challenge the notion of what it means to be human by producing effects that were previously exclusive to hu-mans, such as making decisions, acting, or creating narratives. They also appeal to emo-tions: they imitate and manipulate affections, generate trust by not passing judgement on users, offer unlimited attention, and confirm prior expectations. They present errors and hallucinations, opacity in their processes, and a lack of signals that distinguish whether or not a digital good was produced by humans. The article concludes with a call for a policy to decommodify these technologies.
Este artigo analisa as características estruturais das Inteligências Artificiais Generativas. Economicamente, elas são desenvolvidas com fins lucrativos, o que, por sua vez, con-diciona suas outras características, a saber: elas se sustentam através da apropriação não remunerada de conhecimentos coletivos e elas geram ganhos de produtividade cuja apropriação deve ser discutida. Filosoficamente, elas desafiam a noção do humano ao produzir efeitos antes exclusivamente humanos, como tomar decisões, agir ou criar narra-tivas. Elas também interpelam as emoções: imitam e manipulam afetos, geram confiança ao não julgar, oferecem atenção ilimitada e confirmam expectativas prévias. Apresentam erros e alucinações, opacidade em seus processos e falta de sinais que distingam se um bem digital foi ou não produzido por humanos. O artigo conclui com um apelo a favor de uma política de desmercantilização dessas tecnologias.
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