Hacer memorias: Prácticas etnográficas y artísticas situadas en torno a la masacre de Napalpí
; Cabral, Tati Otros responsables
Fecha
04/2026
Editorial
Universidad de Antioquia
Revista
Boletín de Antropología
Título del libro
Nombre del evento
Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
0120-2510
eISSN
2390-027X
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En 1924, en la actual provincia del Chaco, el Estado argentino perpetró lo que se conoce como la Masacre de Napa’alpi. Este trabajo se inserta en las discusiones sobre los procesos de memoria y propone una metodología que combina herramientas etnográficas y prácticas artísticas tanto para el conocimiento de la masacre como para posteriores ejercicios de comunicación pública. Las acciones nos enseñaron sobre la forma de la memoria indígena y sobre la necesidad de contar violencias desde la afectividad, lo que logran a menudo las prácticas artísticas, pero no la etnografía, y de la premura de narrarnos interdisciplinarmente.
In 1924, in what is now the province of Chaco, the Argentine State perpetrated what is known as the Napa’alpi Massacre. This work is part of the discussion on memory processes. It proposes a methodology that combines ethnographic tools and artistic practices both for understanding the massacre and for subsequent exercises in public communication. The actions we undertook taught us about the form of Indigenous memory and about the need to recount violence through affectivity— something that artistic practices often achieve, but not ethnography—and about the urgency of interdisciplinary narratives.
Em 1924, na atual província do Chaco, o Estado argentino perpetrou o que ficou conhecido como o Massacre de Napa’alpi. Este trabalho insere-se na discussão sobre processos de memória. Propõe uma metodologia que combina ferramentas etnográficas e práticas artísticas tanto para a compreensão do massacre quanto para exercícios subsequentes de comunicação pública. As ações que realizamos nos ensinaram sobre a forma da memória indígena e sobre a necessidade de recontar a violência por meio da afetividade — algo que as práticas artísticas frequentemente alcançam, mas não a etnografia — e sobre a urgência de narrativas interdisciplinares.
In 1924, in what is now the province of Chaco, the Argentine State perpetrated what is known as the Napa’alpi Massacre. This work is part of the discussion on memory processes. It proposes a methodology that combines ethnographic tools and artistic practices both for understanding the massacre and for subsequent exercises in public communication. The actions we undertook taught us about the form of Indigenous memory and about the need to recount violence through affectivity— something that artistic practices often achieve, but not ethnography—and about the urgency of interdisciplinary narratives.
Em 1924, na atual província do Chaco, o Estado argentino perpetrou o que ficou conhecido como o Massacre de Napa’alpi. Este trabalho insere-se na discussão sobre processos de memória. Propõe uma metodologia que combina ferramentas etnográficas e práticas artísticas tanto para a compreensão do massacre quanto para exercícios subsequentes de comunicação pública. As ações que realizamos nos ensinaram sobre a forma da memória indígena e sobre a necessidade de recontar a violência por meio da afetividade — algo que as práticas artísticas frequentemente alcançam, mas não a etnografia — e sobre a urgência de narrativas interdisciplinares.
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