“Un alero en la memoria” Narrativas del pasado en el turismo arqueológico de Cerro Colorado, norte de Córdoba
; Tissera, Luis Esteban ; Pastor, Sebastián 
Otros responsables
Fecha
06/2021
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Ciencias Antropológicas
Revista
Runa Archivo para las Ciencias del Hombre
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Institución organizadora
ISSN
1851-9628
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Idioma
Español
Tipo del evento
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Palabras clave
Resumen
Se realiza un análisis del modo en que se construye el discurso sobre el pasadoa partir de la creación y utilización de una temporalidad que restringeel uso de ciertos “elementos”, pero permite y promueve el manejo de otros,como así también su incorporación a la práctica cotidiana de los habitantes deCerro Colorado, donde se entremezclan experiencias corporales y narrativassedimentadas históricamente. Los diferentes actores sociales que participande este proceso narrativo incluyen a agentes estatales, vecinos y vecinas dela localidad, guías turísticos y, finalmente, a las arqueólogas y arqueólogosque trabajamos en el área. Se concluye que el discurso del pasado construyeuna temporalidad que utiliza determinados sitios arqueológicos y excluye aotros, lo que genera una visión “incompleta” de aquel. Asimismo, se evidenciaque dicha lógica responde a intereses relacionados con la publicitación de lalocalidad como foco turístico regional.
In this paper we made an analysis of the way in which the discourse on the past is constructed, based on the creation and use of a temporality that restricts the use of certain “elements”, but allows and promotes the management of others and their incorporation into practice daily life of the inhabitants of Cerro Colorado, were they intermingle with historically sedimented body and narrative experiences. The different social actors involved in this narrative process include state agents, neighbors of the village, tour guides and, finally, the archaeologists who work in the area. It is concluded that the discourse of the past constructs a temporality that uses certain archaeological sites and excludes others, generating an “incomplete” vision of it. Likewise, we show that this logic responds to interests related to the advertising of the locality as a regional tourist focus.
É feita uma análise da maneira como o discurso sobre o passado é construído, com base na criação e uso de uma temporalidade que restringe o uso de certos “elementos”, mas permite e promove a gestão de outros e sua incorporação na prática vida cotidiana dos habitantes de Cerro Colorado, onde se misturam experiências narrativas e corporais historicamente sedimentadas. Os diferentes atores sociais envolvidos nesse processo narrativo incluem agentes estatais, vizinhos da vila, guias turísticos e, finalmente, os arqueólogos que trabalham na área. Conclui-se que o discurso do passado constrói uma temporalidade que utiliza certos sítios arqueológicos e exclui outros, gerando uma visão “incompleta” dele. Da mesma forma, a referida lógica responde a interesses relacionados à publicidade da localidade como foco turístico regional.
In this paper we made an analysis of the way in which the discourse on the past is constructed, based on the creation and use of a temporality that restricts the use of certain “elements”, but allows and promotes the management of others and their incorporation into practice daily life of the inhabitants of Cerro Colorado, were they intermingle with historically sedimented body and narrative experiences. The different social actors involved in this narrative process include state agents, neighbors of the village, tour guides and, finally, the archaeologists who work in the area. It is concluded that the discourse of the past constructs a temporality that uses certain archaeological sites and excludes others, generating an “incomplete” vision of it. Likewise, we show that this logic responds to interests related to the advertising of the locality as a regional tourist focus.
É feita uma análise da maneira como o discurso sobre o passado é construído, com base na criação e uso de uma temporalidade que restringe o uso de certos “elementos”, mas permite e promove a gestão de outros e sua incorporação na prática vida cotidiana dos habitantes de Cerro Colorado, onde se misturam experiências narrativas e corporais historicamente sedimentadas. Os diferentes atores sociais envolvidos nesse processo narrativo incluem agentes estatais, vizinhos da vila, guias turísticos e, finalmente, os arqueólogos que trabalham na área. Conclui-se que o discurso do passado constrói uma temporalidade que utiliza certos sítios arqueológicos e exclui outros, gerando uma visão “incompleta” dele. Da mesma forma, a referida lógica responde a interesses relacionados à publicidade da localidade como foco turístico regional.
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