Tiempos dislocados: Rupturas, desvíos, umbrales

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Fecha
05/2024
Editorial
Universidad de Buenos Aires. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Literatura Hispanoamericana
Revista
Zama
Título del libro
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Fecha del evento
Institución organizadora
ISSN
1668-2564
eISSN
2422-6017
ISBN
Idioma
Español
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
En mi trabajo analizo diferentes figuras de lo temporal. Los textos construyen máquinas lectoras que se nutren de diversas subjetividades, cuerpos enfermos, fluidos, escatologías y libros, a través de los cuales se conforman tiempos desquiciados. El tiempo revolucionario es el de la ruptura y de la inauguración de algo diferente pero también es agónico en su devenir. Los cuerpos viven en los bordes, en umbrales, zonas de detención como forma de resistencia pero también albergan la esperanza de un estallido que produzca una temporalidad diferente. El corpus lo conforman las siguientes obras: El siglo (Badiou, 2005), Michelet (Barthes, 1988), Zama (Di Bedenetto, 1984), “Zama” (Martel, 2017), “Qué sabroso era mi amigo el francés” (Pereira Dos Santos, 1971), El entenado (Saer, 1983).
In my work I analyze different figures of the temporal. The texts build reading machines that are nourished by various subjectivities, sick bodies, fluids, eschatologies and books, through which crazy times are shaped. Revolutionary time is that of rupture and the inauguration of something different but it is also agonizing in its future. The bodies live on the edges, in thresholds, detention zones as a form of resistance but they also harbor the hope of an explosion that produces a different temporality. The corpus is made up of the following works: The Century (Badiou, 2005), Michelet (Barthes, 1988), Zama (Di Bedenetto, 1984), “Zama” (2017, Martel), “How Tasty My French Friend Was” (Pereira Dos Santos, 1971), El Entenado (Saer, 1983).
No meu trabalho analiso diferentes figuras do temporal. Os textos constroem máquinas de leitura que se alimentam de subjetividades diversas, corpos doentes, fluidos, escatologias e livros, por meio dos quais se moldam tempos loucos. O tempo revolucionário é o da ruptura e da inauguração de algo diferente, mas também é agonizante no seu futuro. Os corpos vivem nas margens, nos limiares, nas zonas de detenção como forma de resistência, mas também abrigam a esperança de uma explosão que produza uma temporalidade diferente. O corpus é composto pelos seguintes trabalhos: O século (Badiou, 2005), Michelet (Barthes, 1988), Zama (Di Bedenetto, 1984), “Zama” (Martel, 2017), “Como era gostoso meu amigo francês” (Pereira Dos Santos, 1971), El entenado (Saer, 1983).
In my work I analyze different figures of the temporal. The texts build reading machines that are nourished by various subjectivities, sick bodies, fluids, eschatologies and books, through which crazy times are shaped. Revolutionary time is that of rupture and the inauguration of something different but it is also agonizing in its future. The bodies live on the edges, in thresholds, detention zones as a form of resistance but they also harbor the hope of an explosion that produces a different temporality. The corpus is made up of the following works: The Century (Badiou, 2005), Michelet (Barthes, 1988), Zama (Di Bedenetto, 1984), “Zama” (2017, Martel), “How Tasty My French Friend Was” (Pereira Dos Santos, 1971), El Entenado (Saer, 1983).
No meu trabalho analiso diferentes figuras do temporal. Os textos constroem máquinas de leitura que se alimentam de subjetividades diversas, corpos doentes, fluidos, escatologias e livros, por meio dos quais se moldam tempos loucos. O tempo revolucionário é o da ruptura e da inauguração de algo diferente, mas também é agonizante no seu futuro. Os corpos vivem nas margens, nos limiares, nas zonas de detenção como forma de resistência, mas também abrigam a esperança de uma explosão que produza uma temporalidade diferente. O corpus é composto pelos seguintes trabalhos: O século (Badiou, 2005), Michelet (Barthes, 1988), Zama (Di Bedenetto, 1984), “Zama” (Martel, 2017), “Como era gostoso meu amigo francês” (Pereira Dos Santos, 1971), El entenado (Saer, 1983).
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