Derivas fotográficas: Retratos de Hans Mann en el Gran Chaco
; Winckler, Greta 
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Fecha
07/2022
Editorial
Universidade Federal do Paraná. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
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ISSN
2317-6830
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Español
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Resumen
En el siguiente trabajo se propone indagar en la relación entre antropología, imagen y arte a partir de los retratos de indígenas del Gran Chaco que realizó el fotógrafo alemán Hans Mann en la década del 30. Se establecen dos escalas de análisis. Por un lado, la pregunta por las imágenes en sí, que implica reponer la compleja genealogía del retrato, así como una reflexión sobre el propio medio fotográfico. Por otra parte, se abordan las derivas que estas imágenes tuvieron, permitiendo enlazar los campos científico-antropológico y artístico, así como los consumos populares que esas fotografías nutrieron. Finalmente, se recuperan algunas iniciativas actuales que echan luz sobre una producción visual que aún opera de manera compleja en las ciencias antropológicas y los circuitos artísticos contemporáneos.
In the following article a possible relationship between anthropology, pictures and arts is settled, taking as a starting point the portraits of indigenous populations from Gran Chaco, taken by Hans Mann, a German photographer, in the 30s. Two different scales of analysis are suggested. On the one hand, a question is posed about the pictures themselves, shedding light over the category of “portrait”, which has a complex genealogy, as well as over the photographic medium itself. On the other hand, it is necessary to pay attention to these pictures’ drift within different fields, such as the anthropological and the artistic ones, as well as their popular consumption by a massive audience. Finally, a comment about the current influence of these connections must be made, so as to understand how these visual productions are still effective within the anthropological sciences and the contemporary artistic circuits.
Este artigo propõe investigar a relação entre antropologia, imagem e arte, a partir dos retratos de indígenas do Gran Chaco feitos pelo fotógrafo alemão Hans Mann na década de 1930. Duas escalas de análise são estabelecidas. Por um lado, a questão das próprias imagens, que implica substituir a complexa genealogia do retrato, bem como uma reflexão sobre o próprio meio fotográfico. Por outro lado, as derivas que essas imagens tiveram são abordadas, permitindo a articulação entre os campos científico-antropológico e artístico, bem como o consumo popular que essas fotografias alimentaram. Finalmente, são recuperadas algumas iniciativas atuais que iluminam uma produção visual que ainda opera de forma complexa nas ciências antropológicas e nos circuitos artísticos contemporâneos.
In the following article a possible relationship between anthropology, pictures and arts is settled, taking as a starting point the portraits of indigenous populations from Gran Chaco, taken by Hans Mann, a German photographer, in the 30s. Two different scales of analysis are suggested. On the one hand, a question is posed about the pictures themselves, shedding light over the category of “portrait”, which has a complex genealogy, as well as over the photographic medium itself. On the other hand, it is necessary to pay attention to these pictures’ drift within different fields, such as the anthropological and the artistic ones, as well as their popular consumption by a massive audience. Finally, a comment about the current influence of these connections must be made, so as to understand how these visual productions are still effective within the anthropological sciences and the contemporary artistic circuits.
Este artigo propõe investigar a relação entre antropologia, imagem e arte, a partir dos retratos de indígenas do Gran Chaco feitos pelo fotógrafo alemão Hans Mann na década de 1930. Duas escalas de análise são estabelecidas. Por um lado, a questão das próprias imagens, que implica substituir a complexa genealogia do retrato, bem como uma reflexão sobre o próprio meio fotográfico. Por outro lado, as derivas que essas imagens tiveram são abordadas, permitindo a articulação entre os campos científico-antropológico e artístico, bem como o consumo popular que essas fotografias alimentaram. Finalmente, são recuperadas algumas iniciativas atuais que iluminam uma produção visual que ainda opera de forma complexa nas ciências antropológicas e nos circuitos artísticos contemporâneos.
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