Women's subordination and their right to resist

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Fecha
2021-09-10
Editorial
Universidade Federal de Santa Catarina
Revista
Fórum Linguístico
Título del libro
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Institución organizadora
ISSN
1415-8698
eISSN
1984-8412
ISBN
Idioma
Inglés
Tipo del evento
Clasificación temática
Palabras clave
Resumen
: Este ensayo busca combinar el concepto de subordinación, presentado por Fèdéric Gros en Desobedecer, y la teoría de la subordinación femenina, propuesta por filósofas feministas vinculadas a la Teoría de los Actos de Habla. El objetivo es mostrar que el paternalismo identificado por Gros como una marca de los acuerdos de subordinación está, en cuanto tal, presente en sociedades sexistas, desempeñando el papel de justificación moral para la subordinación de las mujeres a los hombres. El texto discute además el uso de insultos sexistas para mostrar como tales palabras reflejan una visión patriarcal del mundo y evocan estereotipos paternalistas. Además, se argumenta que el contra-discurso y la apropiación de insultos pueden funcionar como formas efectivas de resistencia y desobediencia al patriarcado.
Este ensaio procura combinar o conceito de subordinação apresentado por Frèdéric Gros, em Desobedecer, à teoria da subordinação feminina, proposta por filósofas feministas vinculadas à Teoria dos Atos de fala. O propósito é mostrar que o paternalismo, identificado por Gros como uma marca registrada dos acordos subordinativos, está, como tal, presente em sociedades sexistas, desempenhando o papel de justificativa moral da subordinação das mulheres aos homens. O texto discute usos de insultos sexistas para mostrar como tais palavras refletem a visão de mundo patriarcal e evocam estereótipos paternalistas. Adicionalmente, argumenta-se que o contradiscurso e a reapropriação de palavras ofensivas podem funcionar como formas efetivas de resistência e desobediência ao patriarcado.
This essay seeks to combine Frèdéric Gros’ concept of subordination, presented in Disobey: The philosophy of Resistance, with the theory of women’s subordination proposed by feminist philosophers aligned with the Speech Acts Theory framework. It purports to show that the paternalism identified by Gros as a trademark of subordinative arrangements is present as such in sexist societies, playing a justificatory role in what concerns the morality of the subordination of women to men. The text discusses uses of sexist derogatory words to show that such words reflect a patriarchal worldview, evoking paternalistic stereotypes. Additionally, it is argued that counter-speech and slur appropriation can work as efficacious forms of resistance and disobedience to the patriarchy.
Este ensaio procura combinar o conceito de subordinação apresentado por Frèdéric Gros, em Desobedecer, à teoria da subordinação feminina, proposta por filósofas feministas vinculadas à Teoria dos Atos de fala. O propósito é mostrar que o paternalismo, identificado por Gros como uma marca registrada dos acordos subordinativos, está, como tal, presente em sociedades sexistas, desempenhando o papel de justificativa moral da subordinação das mulheres aos homens. O texto discute usos de insultos sexistas para mostrar como tais palavras refletem a visão de mundo patriarcal e evocam estereótipos paternalistas. Adicionalmente, argumenta-se que o contradiscurso e a reapropriação de palavras ofensivas podem funcionar como formas efetivas de resistência e desobediência ao patriarcado.
This essay seeks to combine Frèdéric Gros’ concept of subordination, presented in Disobey: The philosophy of Resistance, with the theory of women’s subordination proposed by feminist philosophers aligned with the Speech Acts Theory framework. It purports to show that the paternalism identified by Gros as a trademark of subordinative arrangements is present as such in sexist societies, playing a justificatory role in what concerns the morality of the subordination of women to men. The text discusses uses of sexist derogatory words to show that such words reflect a patriarchal worldview, evoking paternalistic stereotypes. Additionally, it is argued that counter-speech and slur appropriation can work as efficacious forms of resistance and disobedience to the patriarchy.
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