¿Qué rol cumple PISA en los sistemas educativos latinoamericanos? Un análisis de documentos gubernamentales

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Fecha
01/2026
Editorial
Universidad Nacional de La Pampa
Revista
Praxis Educativa
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ISSN
0328-9702
eISSN
2313-934X
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Idioma
Español
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Resumen
Este artículo analiza cómo se concibió el rol del Programa para la Evaluación Internacional de Alumnos (PISA) en el discurso gubernamental de los países latinoamericanos participantes durante el período 2012-2018. Se aplicaron técnicas de análisis interpretativo a dos conjuntos de documentos oficiales de los países participantes en la prueba. Los hallazgos resaltan algunas convergencias respecto a la aceptación de PISA como instrumento de regulación de los sistemas educativos, vinculada a argumentos de tipo racionalista sobre los usos de los datos resultantes de la evaluación en dos sentidos principales: como insumo para la (re)orientación de las políticas y como indicador del grado de avance en determinadas metas. Sin embargo, también se verifica una diversidad de posicionamientos respecto a los propósitos de participar en PISA y a los usos de sus resultados, lo que parece responder a factores propios de los distintos contextos nacionales.
This article analyzes how the role of the Program for International Student Assessment (PISA) was conceived in the government discourse of Latin American countries that took part in the assessment during the period 2012- 2018. The study applied interpretive analysis techniques to two sets of official documents from the countries participating in the test. The findings highlight some convergences regarding the acceptance of PISA as an instrument for the regulation of educational systems, related to rationalist arguments that focus on the uses of the data resulting from the evaluation in two main senses: as input for the (re)design of policies, and as an indicator of the degree of progress in certain goals. However, there is also a diversity of positions regarding the purposes of participating in PISA and the uses of its results that seem to respond to factors specific to the different national contexts.
Este artigo analisa como foi concebido o papel do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) no discurso governamental dos países latino-americanos participantes durante o período de 2012 a 2018. Foram aplicadas técnicas de análise interpretativa a dois conjuntos de documentos oficiais dos países participantes do teste. Os resultados destacam algumas convergências quanto à aceitação do PISA como instrumento de regulação dos sistemas educacionais, relacionada a argumentos racionalistas sobre o uso de dados de avaliação de duas maneiras principais: como insumo para (re)orientação de políticas e como indicador do grau de progresso em direção a determinados objetivos. No entanto, também se observa uma diversidade de posicionamentos quanto aos propósitos da participação no PISA e aos usos de seus resultados, o que parece responder a fatores específicos dos diferentes contextos nacionais.
This article analyzes how the role of the Program for International Student Assessment (PISA) was conceived in the government discourse of Latin American countries that took part in the assessment during the period 2012- 2018. The study applied interpretive analysis techniques to two sets of official documents from the countries participating in the test. The findings highlight some convergences regarding the acceptance of PISA as an instrument for the regulation of educational systems, related to rationalist arguments that focus on the uses of the data resulting from the evaluation in two main senses: as input for the (re)design of policies, and as an indicator of the degree of progress in certain goals. However, there is also a diversity of positions regarding the purposes of participating in PISA and the uses of its results that seem to respond to factors specific to the different national contexts.
Este artigo analisa como foi concebido o papel do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) no discurso governamental dos países latino-americanos participantes durante o período de 2012 a 2018. Foram aplicadas técnicas de análise interpretativa a dois conjuntos de documentos oficiais dos países participantes do teste. Os resultados destacam algumas convergências quanto à aceitação do PISA como instrumento de regulação dos sistemas educacionais, relacionada a argumentos racionalistas sobre o uso de dados de avaliação de duas maneiras principais: como insumo para (re)orientação de políticas e como indicador do grau de progresso em direção a determinados objetivos. No entanto, também se observa uma diversidade de posicionamentos quanto aos propósitos da participação no PISA e aos usos de seus resultados, o que parece responder a fatores específicos dos diferentes contextos nacionais.
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